Nexus S, smartphone do Google, chegará ao Brasil no primeiro trimestre de 2011 (O globo)

O Nexus S, novo smartphone do Google, será lançado no Brasil no primeiro trimestre de 2011. O presidente da empresa para a América Latina, Alexandre Hohagen, apresentou o aparelho num encontro com jornalistas em São Paulo, mas não deu informações sobre preço ou se a venda será através de operadoras ou direto na loja online do Google.

– Este ano foi muito importante para o Android no Brasil – comentou o executivo, já exibindo o novo celular do Google, o Nexus S, no evento. (Leia também: Android devora banda de redes de celular )

Fabricado pela Samsung, o Nexus S utiliza o Android 2.3, conhecido como “Gingerbread”. Ele inclui suporte para VoIP (chamadas via internet) e para a tecnologia Near Field Communication (NFC), que permite, por exemplo, que o consumidor pague compras ou bilhetes de metrô aproximando o aparelho dos leitores do supermercado ou da catraca. A ideia é estimular que desenvolvedores externos criem aplicativos para uso da funcionalidade.

O Nexus S tem ainda câmeras nas partes frontal e traseira e faz videochamadas, assim como o rival iPhone 4, da Apple. Sua tela é de Super AMOLED de quatro polegadas com resolução de 480×800 pixels. O vidro tem uma ligeira curvatura para ser mais confortável para o usuário segurá-lo junto ao rosto. O aparelho vem com memória interna de 16GB e câmera de 5 Megapixels com flash embutido.

Nos EUA, o Nexus S será vendido na rede de lojas Best Buy, que já dispõem de sistemas para conectar os clientes com operadoras de telefonia móvel. O telefone vai custar US$ 529 dólares ou US$ 199 com um contrato de dois anos da T-Mobile. (Leia também: Diretor de mobilidade do Google diz que Nexus One foi projeto ambicioso demais )

Google amplia operações no Brasil e na América Latina em 2011

Em janeiro, a subsidiária brasileira do Google expande sua atuação em três novos grupos voltados às áreas de mobilidade, publicidade em display e gestão de relacionamento com agências de publicidade, informou Hohagen.

– A expectativa para 2011 é bastante positiva. Embora o próximo ano não tenha uma Copa do Mundo, será um ano bastante importante para consolidar a publicidade em display (banners) – disse ele.

A operação latino-americana da empresa também ganha duas novas subsidiárias até o fim do próximo ano.

– Teremos um escritório no Panamá para cuidar de América Central e outro em Porto Rico para a região do Caribe – disse Hohagen.

No Brasil, a estratégia para o próximo ano é atrair anunciantes mais tradicionais que não viam com tanto entusiasmo a oferta de links patrocinados, destacou o executivo. Em 2010, segundo Hohagen, a operação brasileira já reduziu a dependência das campanhas atreladas a resultados de busca, que ainda compõem a principal fonte de receita do Google no país, dando espaço a anúncios em formatos de display.

O YouTube é um dos principais meios de atração de anunciantes mais conservadores na internet. No final de novembro, o Google Brasil realizou o primeiro show transmitido ao vivo pelo canal YouTube Live que atraiu 1,8 milhão de visitantes online e superou audiências das versões americanas, informou a empresa.

Embora 98% da receita do Google Brasil tenha sido gerada com publicidade este ano, o mercado corporativo – fonte dos 2% restantes do faturamento – também é prioridade para a empresa, em projetos de computação na nuvem, destacou Hohagen.

Em 2010, o faturamento da operação brasileira do Google – que não divulga valores absolutos – registrou um crescimento de 85% na comparação com 2009, quando apresentou o mesmo índice de avanço na comparação com 2008, informa Hohagen. O executivo pondera que não tem a mesma meta de crescimento para 2011, mas acredita que, na prática, a subsidiária – hoje com 250 funcionários – deve apresentar o mesmo nível de avanço dos últimos dois anos.

Hohagen também informou que já tem um candidato favorito para assumir o Google Brasil e espera anunciá-lo em janeiro. O executivo acumula o comando da operação brasileira desde meados de setembro, quando Alex Dias, deixou o comando da subsidiária para assumir a liderança do grupo Anhanguera Educacional.

A área de mobilidade também é outra frente de trabalho da empresa, com a criação de um grupo voltado a campanhas publicitárias por meio da plataforma AdMob.

Fonte: O globo.

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