A história do mundo em duas horas – completo em HD

Este especial do Canal History mostra em duas horas, os fatos mais importantes desde o nascimento de nosso universo até aos dias atuais.

O Big Bang aconteceu há 13,7 bilhões de anos e essa grande explosão (nascimento da energia, espaço e tempo) deu origem ao Universo. Estima-se que a Terra tenha surgido há cerca de 4,6 bilhões de anos e era um ambiente inóspito, mas os primeiros rastros da existência humana datam de 7 milhões de anos. É uma história bem longa, contada de forma dinâmica, em 120 minutos, no especial “A História do Mundo em Duas Horas”.

O objetivo é demonstrar de forma dinâmica como há correlação entre todos os grandes acontecimentos históricos. Não haveria raça humana se não fossem os hominídeos, que por sua vez não teriam existido sem as bactérias, uma das primeiras formas de vida de que se tem notícia no planeta. Não poderia haver globalização se não fossem as viagens marítimas. E não conheceríamos o computador sem a descoberta da eletricidade por Benjamin Franklin em 1752.

Créditos: Alpha – educação e formação

Cosmos de Carls Sagan completo em 13 episódios (primeira edição dublada)

Livro Cosmos - Carl Sagan
Leia em PDF

É uma série simplesmente indispensável, vista por mais de 400 milhões de pessoas em todo o mundo e produzida por um dos maiores divulgadores da ciência que já existiram, Carl Sagan.

A série Cosmos é um clássico – segue o livro completo ao lado – clicando sobre a foto do livro irá direto para a página com o livro em PDF.  A primeira vez que assisti eu tinha 12 anos, fiquei fascinado com tanto conhecimento divulgado e explicado com muita simplicidade pelo cientista Carl Sagan. Em minha opinião videos como este deveriam ser mostrados às crianças desde sua infância, para que comecem a desenvolver uma consciência voltada para a ciência.

Título Descrição
Episódio 1: As Margens do Oceano Cósmico

Das margens do grande oceano do espaço, Carl Sagan embarca em uma imensa jornada cósmica que começa a 8 bilhões de anos-luz da Terra. A bordo de sua espaçonave da imaginação, ele nos conduz às maravilhas do Cosmos. Passando por Plutão, rumo aos anéis de Urano, o majestoso sistema de Saturno e o lado escuro de Júpiter. Atravessando as nuvens da Terra, nós nos encontramos no Egito, onde “Eratosthenes” mediu, pela primeira vez, o tamanho da Terra. Dr. Sagan nos mostra como isso foi feito. A biblioteca de Alexandria, o berço do aprendizado do mundo antigo, é reconstruída em toda sua glória para ilustrar a fragilidade do conhecimento. Sagan também apresenta o “Calendário Cósmico”, para que possamos compreender a expansão do tempo, desde o “Big Bang” até o presente.

Episódio 2: Uma Voz no Mundo Cósmico

Como começou a vida na Terra? Existe vida em outros mundos? Carl Sagan explora a origem, evolução e diversidade da vida na Terra. Com incríveis animações de computador, nós entramos no coração de uma célula viva, para examinar o DNA. Para entender o processo de evolução, Dr. Sagan nos conta uma fascinante história do Japão, enquanto experiências de laboratório demonstram os primeiros passos da origem da vida. Novas e espetaculares seqüências de animação traçam a evolução humana a partir de um micro-organismo no oceano primitivo. E, finalmente, conheceremos as diferentes formas de vida que poderiam habitar uma atmosfera como a do planeta Júpiter. Acompanhe o Dr. Carl Sagan nesta incrível jornada rumo aos segredos do universo desconhecido.

Episódio 3: A Harmonia dos Mundos

Da fascinante jornada humana desde os primeiros estudos astronômicos das antigas civilizações até os mais modernos exploradores do Cosmos, surgiu uma pseudo-ciência chamada astrologia. O último grande astrólogo científico também foi o primeiro astrônomo moderno: Johanne Kepler. Kepler buscava a harmonia das estrelas e fez um importante avanço rumo à era da ciência. Seu maior segredo era um respeito muito grande pela observação dos astros, mesmo quando estes entravam em conflito com suas próprias crenças pessoais. As descobertas intuitivas de Kepler nos ensinaram como a Lua e os planetas movem-se ao redor de suas órbitas e como o homem poderia ficar ainda mais próximo do universo, com os primeiros conceitos de como viajar pelo espaço em direção a outros planetas.

Episódio 4: Céu e Inferno

Em 1908, na Sibéria, uma misteriosa explosão abalou a Terra, derrubando árvores por milhares de quilômetros, e emitindo um som que pode ser ouvido em todo o planeta. Será que um mini buraco-negro atingiu a Terra? Ou uma nave extra-terrestre sofreu um acidente nuclear? Carl Sagan examina as evidências e conclui que a Terra foi atingida por um pequeno cometa. Um modelo de nosso sistema solar nos mostra como outros planetas devem ter sofrido impactos semelhantes. Será que o planeta Vênus já foi um imenso cometa, como acreditam alguns estudiosos? O Dr. Sagan responde a essa pergunta em uma viagem cósmica através da atmosfera de Vênus, para explorarmos sua superfície escaldante. Embarque, também, na fantástica nave de Carl Sagan, e descubra a beleza e fragilidade do lugar que chamamos de planeta Terra!

Episódio 5: O Planeta Vermelho

O planeta Marte vem fascinando os humanos há séculos, tanto na ficção científica quanto na ciência real. Carl Sagan nos conduz ao Observatório Percival Lowell, construído no Arizona, para estudar os “canais” de Marte, que Lowell acredita terem sido construídos por uma civilização extinta. Há alguns anos, duas espaçonaves Vikings pousaram em Marte. O Dr. Sagan nos mostra o pouso das naves e demonstra o maravilhoso equipamento que enviou milhares de fotos e informações para a Terra. Explorando a superfície do planeta vermelho, Viking não achou nenhuma indicação, nenhum artefato, ou qualquer tipo de vida inteligente. Mas a possibilidade de vida microscópica, passada ou presente, ainda permanece em discussão. Segundo os estudos realizados, se já houve vida em Marte, ela desapareceu… ou pode estar em qualquer outro lugar do universo … até mesmo na Terra!

Episódio 6: Navegantes do Universo

Há trezentos anos a Holanda começou a enviar seus navios mundo afora recolhendo dados sobre nosso planeta; hoje espaçonaves já navegam para todos os planetas conhecidos de nossos ancestrais. Carl Sagan leva-nos ao Laboratório de Propulsão a Jato para compararmos a empolgante viagem exploratória a bordo de um navio com a emocionante experiência dos cientistas que presenciaram as primeiras imagens das luas de Júpiter, tomadas pela espaçonave Voyager. Comandada pela Dr. Sagan, a espaçonave da imaginação segue a trilha da Voyager levando-nos aos anéis de Saturno e a seu satélite Titã, cuja atmosfera é rica em material orgânico. E após explorar Júpiter, Saturno, Urano e Netuno, a nave Voyager continuará cruzando para sempre o grande oceano interestelar.

Episódio 7: O Esqueleto da Noite

O que são as estrelas? Houve um tempo em que homens curiosos imaginavam que as estrelas fossem campos em fogo no céu, sustentados por uma magia, ou pensavam que a Via Láctea era o “Esqueleto da Noite”. Na ilha grega de Samos, 2.300 anos atrás, um homem chamado Aristarchus sugeriu que o Sol, e não a Terra, seria o centro do sistema solar. Ele acreditava na tradição de 200 anos atrás, na qual as leis naturais, e não o capricho dos deuses, governam o universo. Na caverna de Pitágoras em Samos, Carl Sagan também descobre um outro lado do pensamento Grego, um mundo místico guardado por eléricos que trabalhavam para esconder das pessoas esse tipo de conhecimento. O nascimento do pensamento científico na nossa civilização e o interior de nós mesmos é o tema desse episódio. Dr. Sagan viaja de volta ao Brooklin onde ele começou por si próprio a mudar com o estudo do universo.

Episódio 8: Viagens pelo Tempo e Espaço

As estrelas do Cosmos são mais numerosas que todos os grãos de areia da Terra. Se pudéssemos observar o céu, ininterruptamente, por milhares de anos, constelações mudariam de forma, graças ao intenso movimento das estrelas. Junto a Carl Sagan, viajaremos pelas profundezas do Universo. Em uma máquina do tempo, exploraremos o que aconteceria se o passado pudesse ser alterado. Estudaremos as idéias de um jovem chamado Albert Einstein sobre a possibilidade de viajar em um raio de luz. Exploradores espaciais, em modernas naves, poderiam alcançar o centro da galáxia com rapidez além de nossa imaginação … mas retornariam a uma Terra milhares de anos mais velha do que quando partiram!

Episódio 9: A Vida das Estrelas

A maioria dos átomos em nossos corpos foram feitos dentro das estrelas! Com técnicas avançadas de astronomia e impressionantes animações gráficas, conheceremos o nascimento, a vida e a morte das estrelas. Carl Sagan nos mostra a origem e a natureza dos buracos negros, corpos com uma força gravitacional tão forte dos quais nem mesmo a luz consegue escapar. Testemunharemos como será a explosão do sol e a redução de nosso planeta às cinzas, cinco bilhões de anos no futuro. Tentaremos conhecer um pouco mais sobre os raios cósmicos, capazes de criar estranhas mutações na Terra, produto de explosões que acontece por todo o universo. A origem, evolução e destino da vida em nosso planeta estão relacionadas com a imprevisível e misteriosa evolução do cosmos.

Episódio 10: O Limite da Eternidade

Qual a origem do universo? Qual o seu destino? Será que continuará a crescer eternamente, ou entrará em colapso? Carl Sagan explora o tempo desde a formação das estrelas e galáxias e nos mostra como os humanos descobriram a expansão do universo. Viajamos para a Índia, onde uma cerimônia milenar celebra os ciclos da vida. Assim como a ciência moderna, a mitologia hindu fala de um universo com bilhões de anos de existência e a possibilidade de ciclos infinitos de morte e renascimento. Mundos de duas e quatro dimensões são explorados pelo Dr. Sagan, que também nos apresenta um conjunto de telescópios, no Novo México, capaz de visualizar os lugares mais distantes do Cosmos, em uma busca incansável pelos limites da existência.

Episódio 11: A Persistência da Memória

O cérebro humano é o ponto de partida de todas as nossas viagens cósmicas. Cal Sagan nos transporta para uma embarcação de pesquisa oceânica, para conhecermos melhor uma as formas de vida inteligente com a qual dividimos nosso planeta: as baleias. Depois, nos convida a passear pelo cérebro humano e testemunhar a arquitetura do pensamento. Dr. Sagan entra na “biblioteca” do cérebro, onde trilhões de informações são armazenadas. Parte desse conteúdo, além das informações dos nossos genes e de milhares de livros foram lançadas ao espaço a bordo da nave Voyager – uma “mensagem na garrafa” destinada a seres de outras eras … e de outros mundos.

Episódio 12: Enciclopédia Galáxica

Os Objetos Voadores Não Identificados são para muitos motivo de piada. De fato não existem provas físicas que confirmem sua existência. Carl Sagan faz uma análise dos relatos que se tem de visitantes extraterrestres. A seguir vai até o Egito recriar a pedra Rosetta, marco histórico que permitiu a Jean François Champollion decifrar hieróglifos da civilização antiga dando, assim, à ciência seu conteúdo. Ainda na sua “espaçonave” tão somente orientada pela imaginação, mensagens de civilizações alienígenas são captadas pelo maior telescópio do mundo e receptadas em rádios.

Episódio 13: Qual o Futuro da Terra?

A insanidade da corrida pelo armamento nuclear aumenta a necessidade da criação de alguma perspectiva para os planetas. Se no passado guerreamos uns com os outros, sem levar em contas aspectos culturais e humanos como valiosos; atualmente a aproximação global da comunidade requer um outro posicionamento. Ao mesmo tempo, os mecanismos de destruição criados pela humanidade são capazes de aniquilar as espécies e a promessa de desenvolvimento científico foi interrompida quando, no século V, aniquilou-se a biblioteca de Alexandria. A trajetória de quinze bilhões de anos é aqui novamente traçada até o presente, e o Planeta Terra apresenta a triste estatística de sessenta mil armas nucleares. O doutor Sagan acredita que nossa sobrevivência é um débito que temos para conosco, para com nossos ancestrais e descendentes, e com o Cosmos onde tudo começou.

Créditos: http://www.carlsagan.com/

 

https://www.youtube.com/user/CarlSaganPTBR

http://pt.wikipedia.org/wiki/Cosmos

http://pt.wikipedia.org/wiki/Carl_Sagan

 

http://www.documentarios.org/serie/detalhar/26/serie_cosmos

 

http://www.aeroespacial.org.br/educacao/documentarios.php

Marte pode ter hospedado a vida que veio para a terra

Mars Gale crater
Nascer do sol sobre a cratera Gale em Marte. Pode ter sido ali que a vida na terra tenha começado? Fotografia: Stocktrek Images, Inc/Alamy.

As pessoas com as maiores e melhores chances de ter alguma certeza sobre a origem da vida são os nossos cientistas, não há sombra de dúvidas sobre isso. Somente os cientistas têm as condições necessárias para afirmar com segurança o que é a vida e como pode ter começado. Uma prova disso são as pesquisas feitas nas rochas marcianas, e as primeiras conclusões começaram aparecer; leia as afirmações abaixo do geoquímico prof. Steven Benner, do Instituto de Ciência e Tecnologia de Westheimer (EUA).

O professor Steven Benner, argumentou que as “sementes” da vida na Terra, provavelmente, vieram em meteoritos com origem em Marte, trazidos por impactos ou erupções vulcânicas. Como prova, ele aponta para a forma mineral oxidada do elemento molibdênio, funcionando como um catalisador que ajudou a desenvolver moléculas orgânicas nas primeiras estruturas vivas.

“É só quando o molibdênio torna-se altamente oxidado que é capaz de influenciar a forma como a vida se formou”, disse Benner, do Instituto Westheimer de Ciência e Tecnologia em os EUA. “Esta forma de molibdênio não estava disponível na Terra no tempo em que a vida começou, em três bilhões de anos atrás, a superfície da Terra tinha muito pouco oxigênio, mas Marte tinha bastante”.

“É mais uma prova que torna possível que a vida tenha vindo embarcada em um meteorito marciano para a Terra, ao invés de ter começar no planeta.”

Todos os seres vivos são feitos de matéria orgânica, mas a simples adição de energia para as moléculas orgânicas não criará vida. Em vez disso, por sí só, as moléculas orgânicas se tornam algo mais parecido com piche ou asfalto, disse o prof. Benner .

Ele acrescentou: “Alguns elementos parecem ser capazes de controlar a propensão de materiais orgânicos para transformar a vida, especialmente boro e molibdênio, por isso acreditamos que os minerais que contenham ambos foram fundamentais para o início da vida.”

“Análises feitas um meteorito marciano recentemente, mostraram que havia boro em Marte, nós agora acreditamos que a forma oxidada de molibdênio também estava lá.”

Outra razão pela qual a vida teria lutado para começar nos primórdios da Terra é que era provável que tenha sido coberta por água, diz Benner. A água teria impedido suficientes concentrações corrosivas de boro sobre o RNA, um primo do DNA, e acredita-se ser a primeira molécula genética a ter aparecido.

Apesar de ter havido água no passado de Marte, cobriu muito menos o planeta. “A evidência parece ser a constatação de que somos realmente todos marcianos; que a vida começou em Marte e veio para a Terra em uma rocha”, disse Benner, falando na conferência Goldschmidt 2013 em Florença, Itália. “É muita sorte a vida ter chegado até aqui, no entanto, como certamente a Terra tem sido o melhor dos dois planetas para sustentar a vida. Se nossos ancestrais hipotéticos marcianos houvessem permanecido em Marte, não teriam uma história para contar”.

Fonte: The Guardian Science

O que é a vida? – 1-3/5 BBC 2013 HD

Maravilhas da Vida – Episódio 1/5 (BBC-2013) [HD]

O físico de partículas Inglês, Brian Cox, visita o Sudeste da Ásia chamado “Anel de Fogo“. Na região mais vulcânica do planeta, ele explora a linha tênue que separa a vida da morte e questiona o que é a vida? Compara as explicações dadas pelas pessoas comuns ao conhecimento científico vigente.

Mostra-nos como a física pode explicar os principais aspectos da vida, desde sua origem até o seu término, apresenta em detalhes como a energia está envolvida nos processos físico-químicos e qual é a relação existente entre os diferentes tipos de seres vivos, dos mais simples aos mais complexos.

Conduz-nos por um caminho de conhecimento cada vez mais esclarecedor, passando pelas leis da termodinâmica, formação das moléculas de DNA, compartilhamento de material genético entre as espécies, evolução e adaptação genética.

Pode-se concluir que a vida é um produto direto das leis da física e não há nada de místico ou sobrenatural que interfira nesse processo.

Maravilhas da Vida – Episódio 2/5 (BBC-2013) [HD]

Em meio a rica história natural do Estados Unidos, o professor Brian Cox encontra as surpreendentes criaturas que revelam como os sentidos evoluíram. Cada animal na Terra experimenta o mundo de uma forma diferente, usando um conjunto único de sentidos para detectar seu ambiente físico. Traçar a evolução destes mecanismos é uma história que nos leva através da jornada da vida – a partir dos organismos unicelulares até os mais complexos, os seres sencientes. Brian descobre que ao longo de 3,8 bilhões de anos, os sentidos têm impulsionado a vida em novas direções, em última análise, nos levaram á nossa própria curiosidade e inteligência.

Maravilhas da Vida – Episódio 3/5 (BBC-2013) [HD]

O universo é quase totalmente desprovido de vida. Terra, o planeta que chamamos de lar parece desafiar as leis da física, está repleta de vida em todas as cores, formas e tamanhos. Ninguém sabe ao certo quantas espécies diferentes estão vivas agora, nosso melhor palpite é perto de 8,7 milhões. Neste filme, o professor Brian Cox pergunta como, a partir de um cosmos sem vida governado pelas leis da física e da química, é possível que um planeta possa produzir a mais linda biologia variada.
Créditos: ReVCieN

Existe Vida Além da Terra?

Faça uma viagem espetacular para os lugares distantes do nosso sistema solar, para descobrir onde as formas secretas de vida podem estar ocultas. Combinando as imagens mais recentes do telescópio com animações deslumbrantes, este programa mergulha sua audiência nas paisagens e sons de mundos alienígenas, enquanto os melhores astrobiologistas tentam explicar como esses lugares estão mudando a forma como pensamos sobre o potencial para a vida em nosso sistema solar. Nós costumávamos pensar que nossos planetas vizinhos e luas foram bastante chatos, principalmente frios, rochas mortas onde a vida nunca poderia tomar posse. Hoje, no entanto, o sistema solar parece mais selvagem do que imaginávamos.

Telescópios potentes e missões espaciais não tripuladas têm revelado uma ampla gama de ambientes dinâmicos de atmosferas densas com moléculas orgânicas, vulcões ativos e oceanos de água salgada vastas. Essa revolução em curso está forçando cientistas a expandir as suas ideias sobre que tipos de mundos poderia suportar a vida. Se encontrarmos formas primitivas de vida em outras partes do sistema solar, isso quer disser que muito provavelmente a vida seja comum no universo, a regra, e não a exceção.

Fonte: www.youtube.com

Estudos publicados na Science contradizem Nasa sobre a bactéria E.T

A bactéria GFAJ-1 não representa uma nova forma de vida. Ela consegue sobreviver no arsênio por ser bastante resistente ao elemento, mas assim como todos os seres vivos da Terra, depende do fósforo para continuar viva. (divulgação).

Dois estudos publicados na revista ‘Science’ refutam a descoberta feita em 2010 de um organismo que supostamente substituiria o fósforo, elemento fundamental à vida, por arsênio, um veneno mortal.

A descoberta alardeada com pompa pela Nasa em dezembro de 2010 de uma bactéria capaz de substituir o fósforo por arsênio — o componente central do veneno arsênico —, que abriu a possibilidade de haver formas de vida diferentes das que conhecemos, estava errada. Dois novos estudos publicados neste domingo, na mesma revista em que foi anunciada a descoberta da Nasa — a Science —, apontam que a bactéria não consegue substituir o fósforo por arsênio e sobreviver. O trabalho original tinha notado que havia em suas amostras uma pequena presença de fósforo, mas concluiu que ela não era suficiente para fazer diferença na sobrevivência da GFAJ-1. As novas pesquisas dizem que é essa contaminação que permite seu crescimento.

A bactéria GFAJ-1 é, portanto, muito terráquea, como todas as outras. A pesquisa foi duramente criticada por especialistas. A réplica padrão oferecida pela equipe da Nasa era: “Publiquem uma contestação sob a forma de um estudo científico.” Foi o que aconteceu.

Vida extraterrestre — A Science publicou em dezembro de 2010 o primeiro estudo, do grupo liderado por Felisa Wolfe-Simon, do Instituto de Astrobiologia da Nasa. Os pesquisadores tinham analisado a bactéria GFAJ-1, encontrada nos sedimentos ricos em arsênio do lago Mono, na Califórnia, nos Estados Unidos.

Eles propuseram que o organismo era capaz de usar arsênio em seu metabolismo, substituindo o fósforo de seu DNA e de outras moléculas por pequenas quantidades do elemento. Apesar de ser tóxico para os organismos, suas propriedades químicas são similares às do fósforo. A descoberta, que chegou a ser anunciada como “bactéria extraterrestre”, seria particularmente relevante por quebrar um dos principais paradigmas da vida.

Todos os seres conhecidos dependem de seis elementos para existir: oxigênio, carbono, hidrogênio, nitrogênio, enxofre e fósforo. A possibilidade de substituir o último por arsênio significaria que a condição básica para a existência de vida poderia ser diferente, de modo que talvez fosse possível encontrá-la em outros planetas.

A vida em outros planetas é possível, mas a estrutura base dos organismos vivos conhecidos, por enquanto, continua a mesma.

Fonte:Veja Ciência

Nasa anuncia que Kepler 22b a 600 anos luz da terra pode conter vida

Ilustração mostra como seria o planeta Kepler 22b. (Crédito: Ames / JPL-Caltech / Nasa)

A agência espacial norte-americana (Nasa) anunciou nesta segunda-feira (5) a descoberta do primeiro planeta com tamanho parecido com o da Terra e que gira ao redor de uma estrela parecida com o Sol. O planeta fica a 600 anos-luz de distância e foi detectado pela sonda Kepler, lançada em 2009 com o objetivo de descobrir novas “Terras” pelo espaço.

Outra característica do astro é que ele se encontra a uma distância da estrela que pode permitir o desenvolvimento de água líquida e atmosfera, condições ideais para o surgimento da vida como a conhecemos. Quando um planeta se encontra nessas condições, diz-se que ele está em uma “zona habitável” (em inglês também é comum o termo “goldilocks”).

O planeta recebeu o nome de Kepler 22b. Sua descoberta será relatada na revista “The Astrophysical Journal”, uma das principais publicações científicas sobre astronomia.

Em fevereiro, os astrônomos da Nasa haviam anunciado uma lista com 54 astros que poderiam ser habitáveis. Desses, apenas Kepler 22b foi confirmado como planeta. O astro possui um raio 2,4 vezes maior que o da Terra e gira ao redor de sua estrela em 290 dias. Os cientistas ainda não sabem dizer o planeta é rochoso ou gasoso.

Números da Kepler

O novo balanço da missão Kepler revelou a existência de 1.094 novos candidatos a planetas. Desses, 10 estariam na “zona habitável” das estrelas que orbitam. Observações futuras deverão confirmar se estes corpos são ou não planetas.
Atualmente, apenas 600 astros são confirmados como planetas pelos astrônomos. A sonda Kepler é, atualmente, a principal desvendadora de novos mundos. O instrumento vasculha as redondezas de 150 mil estrelas, todas localizadas em uma faixa no céu entre as constelações do Cisne e de Lira.

Para confirmar que Kepler 22b era mesmo um planeta, a sonda precisou verificar o sinal vindo daquela região pelo menos três vezes. A estrela que ela orbita é um pouco mais fria que o nosso Sol.

Desde o último balanço, em fevereiro, o número de candidatos a planetas cresceu 89% e agora chega a 2.326. Desses, 207 têm tamanho próximo ao da Terra, 680 são maiores que o nosso planeta e 1.181 são tão grandes quanto Netuno. A lista é completada por 203 astros com as mesmas dimensões que Júpiter e apenas 55 maiores que o maior astro do Sistema Solar (depois do Sol).

Fonte:Último segundo

Neste sábado a Nasa pretende larçar o Robô Mars Curiosity

Veículo Atlas V que lançará o Mars Curiosity - pronto para lançamento!

A NASA (Agência Espacial Americana) pretende lançar neste sábado 26/11/2011, o robô Mars Science Laboratory (MSL) Curiosity, visando pesquisar se existe condições para a vida no planeta Marte. O custo do projeto é de U$ 2,5 Bilhões de dólares. O Mars Curiosity é o mais avançado veículo não tripulado projetado pela agência para a missão, ele é cinco vezes mais pesado que seus antecessores “Oportunity e Spirit”; está equipado com mais de dez instrumentos científicos como perfuratrizes e analisadores de massa, radiação e elementos químicos. Assista ao vídeo e veja como será a trajetória e a descida em marte.

Ilustração de como será a descida do Mars Curiosity em Marte

Fonte:Nasa

Mais de 500 milhões de planetas podem ter vida

Equipe da Nasa estima que podem existir até 50 bilhões de planetas apenas na Via Láctea

Dos 50 bilhões de planetas, 500 milhões deles podem ter vida

Cientistas ligados à Nasa apresentaram novas estimativas do número de planetas existentes na Via Láctea: nada menos que 50 bilhões. Destes, 500 milhões podem ter temperaturas compatíveis com a vida.

Os dados foram apresentados neste sábado (19) durante a reunião da Sociedade Americana para o Avanço da Ciência (na sigla em inglês, AAAS) em Washington, Estados Unidos, e saíram dos primeiros resultados da missão Kepler, que enviou um telescópio ao espaço para descobrir a existência de planetas fora do sistema solar.

Para chegar a esse número, William Borucki, cientista-chefe da missão, levaram em conta aquantidade de candidatos a planetas já encontrados pelo Kepler (cerca de 1200, 54 deles dentro da zona habitável) e estimaram que uma a cada duas estrelas têm pelo menos um planeta, e em uma a cada 200, esse planeta pode ser compatível com vida – pelo menos no que se refere à sua temperatura. Os números então foram extrapolados para o número de estrelas estimados na galáxia, 100 bilhões. “Mas o Kepler só consegue ver planetas que orbitem perto da estrela”, explicou. “Se ele estivesse observando o Sol, a chance dele captar a Terra, por exemplo, seria pequena”.

A missão Kepler descobre os planetas ao registrar a diferença de brilho de sua estrela quando o planeta passa entre a Terra e ela. Os resultados até agora são muito animadores, disse Sara Seager, professora de astronomia do MIT (Massachusetts Institute of Technology). “Muitos dos planetas que descobrimos desafiam as leis da Física como as conhecemos hoje. Já encontramos mais de 100 planetas com o tamanho de Júpiter, por exemplo. Não achávamos que poderiam haver tantos planetas tão grandes”, disse. “Kepler está nos mostrando que tudo é possível”.

fonte: Nasa