Archaeology, Anthropology, and Interstellar Communication (Arqueologia, Antropologia e Comunicação Interestelar)

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Dirigindo-se ao campo que tem sido dominado pelos astrônomos, físicos, engenheiros e cientistas da computação, os colaboradores desta coletânea de estudos levantam questões que foram negligenciadas pelos cientistas físicos sobre a facilidade de estabelecer uma comunicação significativa com uma inteligência extraterrestre. Estes estudiosos estão abraçados com alguns dos enormes desafios que a humanidade irá enfrentar se for detectado um sinal rico em informações que emana de outro(s) planeta(s).

Ao esboçar sobre as questões que estão no centro da arqueologia e da antropologia contemporânea, podemos nos preparar para o contato com uma civilização extraterrestre, esse dia pode estar situado em um curto espaço de tempo. “Douglas A. Vakoch”.

Para ler livros em Epub é necessário baixar este leitorAdobe Digital Editions (principalmente para Macs e PCs)” – com versões para todos os sistemas operacionais.

Fonte: Nasa

ZMOT – Conquistando o Momento Zero da Verdade

ZMOT
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Este é um importante E-book (livro digital) que trata como o Marketing influencia nossas decisões de compra nos diversos segmentos sociais e nas várias fases de nossas vidas, principalmente no momento presente da sociedade da hipercomunicação.

ZMOT – Zero Moment of Truth (momento zero da verdade). O momento zero da verdade influencia quais marcas entram na lista de compras, onde os compradores preferem comprar e com quem podem compartilhar os resultados. Cabe a nós entrar nessa conversa neste novo momento em que as decisões são tomadas e fornecer as informações pelas quais os compradores estão ávidos de todas as maneiras.

Para usar ZMOT em seus produtos ou serviços contate: ZMOT INSTITUTE

Alguns assuntos tratados no livro

  • A jornada da decisão de compra mudou. O ZMOT é um novo acréscimo vital ao processo clássico de três etapas de estímulo, prateleira e experiência.
  • O que foi uma vez uma mensagem agora é uma conversa. Os compradores hoje encontram e compartilham suas próprias informações sobre produtos de sua própria maneira, em seu próprio tempo.
  • O boca a boca está mais forte do que nunca. Pela primeira vez na história da humanidade, o boca a boca é um meio arquivado digitalmente.
  • Nenhum MOT (moment of Truth – momento da verdade), é pequeno demais. Se os consumidores pesquisarão na Internet desde casas até assistência médica, eles também o farão com band-aids (curativos) e canetas esferográficas.
  • Os MOTs estão se encontrando. Nossos dispositivos móveis são máquinas de MOT.
    Conforme o uso de smartphones (dispositivos de comunicação inteligentes) cresce, os momentos zero, primeiro e segundo da verdade estão convergindo.

Créditos: Google

Contato: Zmote Insitute

O PODER DO MITO, de Joseph Campbell (1988, 360 min) [Legendas em Português]

Download: O poder do mito – PDF: Fonte: http://libgen.org/

Download: O poder do mito - Epub: Fonte: http://lelivros.ninja/
Download: O poder do mito – Epub: Fonte: http://lelivros.ninja/

O que são mitos? Segundo a Wikipédia: um mito (do grego antigo μυθος, translit. “mithós”) é uma narrativa de caráter simbólico-imagético, relacionada a uma dada cultura, que procura explicar e demonstrar, por meio da ação e do modo de ser das personagens, a origem das coisas (do mundo; dos homens; dos animais; das doenças; dos objetos; das práticas de caça, pesca, medicina entre outros; do amor; do ódio; da mentira e das relações, seja entre homens e homens, homens e mulheres e mulheres e mulheres, humanos e animais; enfim, de qualquer coisa fantasiosa que seja).

Joseph Campbell, foi um estudioso que dedicou toda a sua vida ao estudo dos mitos e sua relação com as culturas, religiões, sociedades e, principalmente ao mito como uma verdade “o imaginário coletivo”.

Em nossa cultura atual, não importa em que ponto do planeta estejamos, o mito ainda é aceito como uma verdade causando dúvidas e equívocos tanto na vida cotidiana das pessoas como no contato com a realidade.

Em pleno século XXI o mito continua presente e profundamente arraigado nas crenças e tradições humanas, gerando sofrimentos, conflitos e fazendo da mente uma prisão cuja única saída é a superação do mito em troca da profunda liberdade interior. A aquisição da consciência plena somente é possível através da profunda compreensão do mito.

Segue a entrevista completa de Joseph Campbell no programa do jornalista americano Bill Moyers em 1988:

1º EPISÓDIO – A Mensagem do Mito

2º EPISÓDIO – A Saga do Herói

3º EPISÓDIO – Os Primeiros Contadores de Histórias

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4º EPISÓDIO – Sacrifício e Felicidade

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5º EPISÓDIO – O Amor e a Deusa

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6º EPISÓDIO – Máscara da Eternidade

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Créditos: A casa de vidro 

Comunicação Científica – Alicerces, Transformações e Tendências – Cristina Marques Gomes

Documentação cintífica
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Introdução

O presente livro nasce do referencial teórico da minha Tese de Doutorado intitulada “Comunicação Científica: Cartografia e Desdobramentos” defendida em 2012 no Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP-Brasil) com o acolhimento do Programa Doutoral em Tecnologias e Sistemas de Informação da Escola de Engenharia da Universidade do Minho (UMinho-Portugal) e o financiamento da Fundação para a Ciência e Tecnologia de Portugal (FCT) (Bolsa de Investigação no âmbito do Quadro de Referência Estratégica Nacional – QREN – Programa Operacional Potencial Humano – POPH – Formação Avançada, comparticipado por fundos nacionais do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior – MCTES – e pelo Fundo Social Europeu) – e do Programa Erasmus Mundus External Cooperation Window – Projecto ISAC – Improving Skills Across Continents coordenado pela Universidade de Coimbra (Portugal).

A temática da comunicação científica (abreviada de “CC”, ao longo do livro) sempre me instigou, por sua complexidade e por perpassar, de forma holística, todas as disciplinas. É, por assim dizer, uma área transversal que envolve, no sentido prático, diversos “atores sociais”, tais como, as agências de fomento às pesquisas, bibliotecas, editoras, os próprios investigadores, etc, e, na ótica conceitual, certa “visão epistemológica” da ciência em Portugal, no Brasil ou em qualquer outro lugar do mundo. A CC é, portanto, como se fosse “de todos” e, ao mesmo tempo, de “ninguém”, ou seja, apresenta estudos dispersos provenientes de diferentes matérias e por isso carece de sistematização e organização, tanto em termos históricos como teóricos. Esse livro caminha, por consequência, nessa perspectiva. Busca apresentar ao leitor um panorama geral dos principais alicerces, transformações e tendências da comunicação científica revelando, concomitantemente, o que existe de mais importante na literatura internacional sobre o tema. É indicado ao sujeito curioso e aos pesquisadores de qualquer área servindo de texto-base1 – e de uma espécie de “guia” com apontamentos diversos nas inúmeras notas de rodapé presentes na obra – para os especialistas que, a partir daqui, poderão aprofundar diversos assuntos. Justifica-se, também, nessa linha e no sentido contemporâneo da CC, a deliberação por uma publicação de caráter aberto – formato de ebook – por uma Editora especializada em Comunicação (Livros LabCom) associada ao Laboratório de Comunicação On-line (www.labcom.ubi.pt) do Departamento de Comunicação e Artes da Universidade da Beira Interior em Portugal.

Como ponto de partida esclarecemos que a comunicação científica (e seus fluxos/sistemas/processos) engloba:

  1. A pesquisa – quando da elaboração de uma investigação, via a comunicação entre os pares (de pesquisador para pesquisador) em todos os níveis;

  2. O sistema, ou seja, a informação que flui de e entre as editoras, bibliotecas, agências de financiamento, dentre outros;

  3. E sociedade em si – quando compartilhamos o conhecimento científico na ótica da comunicação pública da ciência/divulgação científica.

Esses três pilares (“pesquisa”, “sistema” e “sociedade”) já foram citados em outros momentos da história por distintos pesquisados como, por exemplo, o William Garvey da John Hopkins University e o Belver Griffith da American Psychological Association (EUA), para os quais a CC, já em 1979, incluía a “produção, disseminação e uso da informação científica”, ou mesmo, o finlandês Bo-Christer Björk, cujo diagnóstico da CC contemporânea, em 2007, reunia a “performance da pesquisa”, o “financiamento”, a “comunicação dos resultados” e a “aplicação do conhecimento”.

A comunicação científica, em vista disso, é um “tema multifacetado”, como diz Andrew Odlyzko no artigo “The future of scientific communication”, que incorpora um conjunto de processos e variáveis associados às inúmeras teorias, pesquisas e projetos em âmbito global. Para Julie M. Hurd, professora da University of Illinois at Chicago (EUA), por exemplo, a CC apresenta várias interações com diferentes organizações a partir do momento que envolve a produção, organização e disseminação do conhecimento; já a Microsoft Research, que se dedica a pesquisa básica e aplicada em Ciências da Computação e Engenharia de Software, considera o “ciclo de vida da CC” composto por 4 fases (“Data Collection”, “Research & Analysis”; “Authoring; Publication & Dissemination”; e “Storage, Archiving & Preservation”); e o “LiquidPub”, um projeto derivado do Sétimo Programa-Quadro (FP7) – o principal instrumento de financiamento das pesquisas científicas na União Europeia -, encara a CC pela ótica de como “o conhecimento científico é produzido, divulgado, avaliado e consumido”. Essa pluralidade de intervenientes que interagem com a comunicação científica coaduna-se com a contemporaneidade e se junta com a percepção de que o mundo atual está em transição e que é complicado “ignorarmos” tal fato. As novas tecnologias “estão aí” também, disponíveis, atropelando, embaralhando, modificando as estruturas, as dinâmicas da ciência, as formas “de pensar” e, consequentemente, a CC. Estamos imersos, pois, numa sociedade dita “pós-moderna”, rodeados por um ambiente tecnológico e cuja ciência, além da especialização, passa por um processo de “desdogmatização”, ou seja, temos diante de nós um quadro complexo, cheio de referenciais e estudos anteriores e difícil de ser mensurado e, que, nos últimos anos, foi impregnado por uma série de transformações de diversas ordens. E, em meio a isto tudo, direcionamos nosso foco para a comunicação científica que, enquanto objeto, não passa impune a todas essas mudanças – o que torna esse livro a matériaprima para inúmeros outros debates, proposições e reflexões.

Não podemos negar, pela mesma linha, também, com base na literatura publicada, que os investigadores da CC, em síntese, se sustentam em três grandes parâmetros: os que apresentam uma visão arraigada nos princípios do que é ou não “científico” que foi construída ao longo dos últimos 300 anos e, nesse sentido, veem com certa “resistência” a tecnologia como elemento de inovação; os autores que estão no “meio-termo” lançando teorias e suscitando questionamentos e, ainda, um terceiro grupo, no extremo oposto do primeiro, que é totalmente “integrado” ao sistema alinhavando a tecnologia com a comunicação científica na construção de ferramentas, aplicativos, serviços e softwares que suportam esta última, criando, por vezes, sem exclusão, produtos e/ou estruturas novas. Nesta última categoria, podemos incluir, ainda, os “técnicos” ou “tecnólogos”, principalmente, de áreas correlatas como a Computação, que não estão “pensando” ou “realizando” pesquisas específicas em torno da CC e sim desenvolvendo ferramentas com propósitos outros, mas que, de uma forma ou de outra, são incorporadas, por um ou mais ator social, influenciando e/ou modificando o fluxo/sistema da CC em sua totalidade.

Nesse sentido, o grande desafio, do livro como um todo, é de se apropriar de uma “visão holística” da CC que pudesse, a posteriori, sustentar outras pesquisas sem, ao mesmo tempo, ser “generalista” nas proposições que encerram elementos pontuais e/ou locais. A intenção não é, pois, elencar “valores de juízo” ou “hierarquias” dentre e entre quaisquer teorias, comunidades, atores, etc, e, sim, apresentar uma multiplicidade de olhares que podem nos levar a diferentes interpretações – não seguindo, conscientemente e por consequência, exclusivamente, nenhuma corrente teórica. Convém salientar, no entanto, que, quando remetemos a CC ao eixo de análise holístico, encontramos uma pluralidade de matérias e a própria expressão “pluralidade”, por sua vez, esbarra no “relativismo” e seria impensável ou impossível abarcar exatamente todos os vieses, até pelas próprias relações de “tempo” e de “espaço” e suas implicações teóricas, conceituais, etc. Estamos, portanto, também, sujeitos a encontrar pontos de análises que, porventura, serão ignorados, esquecidos e/ou perdidos.

A partir desse cenário e considerando-se, pois, que a CC encerra várias percepções, o primeiro capítulo prima por apresentar e clarificar os pilares principais do fenômeno proporcionando, ao leitor, uma visão geral da área.

Desta feita, a CC pode ser observada a partir de duas feições: uma associada ao desenvolvimento da ciência como um todo e outra que, por vezes, é estampada via as teorias e os modelos que representam a CC ao longo da história e que iremos esmiuçar. Dentre os modelos encontrados na literatura, perpassaremos desde os que são “clássicos” como o de Garvey e Griffith da década de 1970 até o visionário de Hurd para 2020. Quando se analisa a CC e seus modelos não podemos deixar de abordar os atores (investigadores, bibliotecas, editores, sociedades, etc) envolvidos no sistema, seus componentes básicos (a comunicação formal e informal), os elementos associados a “cientificidade” como, por exemplo, a avaliação por pares e os “processos em si” – de prépublicação, publicação, divulgação, dentre outros. Pelo viés histórico, inclusive, esbarramos nas questões conceituais que foram evoluindo ou mudando e que são importantes de serem observadas, pois as interpretações teóricas e as ações empíricas são decorrentes dos conceitos – das ideias e opiniões que fazemos sobre determinada coisa.

Compondo o segundo capítulo, adentraremos na descrição e análise de uma etapa cronológica-histórica de mudanças que, direta ou indiretamente, desestabilizou os alicerces da CC. Tal fase é considerada como um estágio de “transição” entre o sistema tradicional e o que seria a “CC do futuro” (e tudo indica que, em vários aspectos, já “estamos lá” e em outros não) e, nessa conjuntura, abordaremos questões ligadas ao surgimento do computador, a inserção de outras (novas) definições, as mudanças advindas dos impactos das TICs nos periódicos, na comunicação formal e informal, nos atores sociais do sistema da CC, nas disparidades de aceitação e envolvimento com a tecnologia, dentre outros aspectos. As mudanças são, ainda, decorrentes não somente do computador mas, também, da internet e das variações sobre a web (1.0, 2.0, etc) que, em certo sentido, influenciaram algumas iniciativas e movimentos como, no caso, da Open Access Initiative (OAI) e do Movimento de Acesso Aberto (OA).Já o terceiro capítulo irá elencar quais são os novos elementos constituintes, em se tratando, principalmente, da última década, e/ou as tendências que foram – ou serão – acopladas/inseridas na comunicação científica, ocupando-se, nesse sentido, de alguns dos assuntos mais em voga no momento, tais como: “web de dados”, “open data science”, “open annotation”, “slow science”, “overlay journal”, etc, além de contextualizar outros modelos como o da “ciberciência” de Nentwich (2005) e o “global” de Bjork (2007). Estaremos lidando, nesta etapa, com uma série de assuntos (como, as alternativas ao peer review, por exemplo) com o propósito de traçarmos uma paisagem do sistema e dos processos da CC na contemporaneidade e no futuro próximo.

Por fim, apresentamos o capítulo quatro (“considerações finais”) e um apêndice sobre uma possível “re-escritura da comunicação cientifíca” (com base em Gomes, 2012).

Boa Leitura!

Profa. Dra. Cristina Marques Gomes.

Docente do Departamento de Ciências da Comunicação da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). e-mail: cristina@usp.br.

Fonte: Livroslabcom

Dia 23 de abril é dia do livro – Comemore lento bastante!

Dia do Livro
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Quase passou batido o dia do livro. Para comemorar clique na ilustração e será direcionado ao site para baixar todos os livros que desejar gratuitamente. Alimente seu cérebro, leia bastante!

Créditos: Múltiplos autores

Provando Darwin – Fazendo biologia matemática

Proving Darwin
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O inovador matemático Gregory Chaitin postula que podemos provar como a teoria da evolução de Darwin trabalha em um nível matemático. Durante anos, ele foi bem recebido entre a maioria dos cientistas que, assim como Darwin afirmou, todas as formas de vida da Terra evoluíram por mero acaso. Mas a teoria de Darwin funciona em um nível puramente matemático? Houve tempo suficiente para a evolução produzir a diversidade biológica notável que vemos ao nosso redor?

São perguntas que ninguém respondeu por completo, ninguém tentou respondê-las até agora com o uso da matemática em um nível tão profundo. Neste livro esclarecedor e provocativo, “Gregory Chaitin” argumenta que não podemos ter certeza se a evolução faz sentido sem uma teoria matemática. Ele elucida o esquema matemático que desenvolveu e pode explicar a própria vida, e examina as obras de pioneiros matemáticos como John Von Neumann e Alan Turing através das lentes da biologia. Chaitin apresenta uma introdução acessível à metabiologia, uma nova forma de pensar a ciência biológica que destaca as estruturas matemáticas que sustentam o mundo biológico. Fascinante, Provando Darwin deixa claro como a biologia pode ter encontrado seu maior aliado na matemática.

Fonte: Ebooke.org

Darwin e Wallace online – Obras Originais Completas

Darwin Online
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O site Darwin e Wallace Online, nos traz as obras completas dos dois cientistas naturalistas do século XIX, inclusive os relatos de bordo da viagem do Beagle em português.

O Dr. John van Wyhe é um historiador da ciência, professor nos Departamentos de Ciências Biológicas e História e um colaborador da Tembusu College, Universidade Nacional de Cingapura. Ele é o fundador e diretor de Darwin e Wallace on-line. Faz palestras e transmissões em todo o mundo.

Sua pesquisa tem resolvido alguns dos mistérios mais difíceis e desmascarou alguns dos mitos mais duradouros no campo, como o atraso de Darwin na publicação de sua teoria da evolução das espécies, quando Darwin recebeu o ensaio sobre a evolução – de Wallace -, se Darwin foi o único naturalista ou companhia a bordo do Beagle, onde a lenda de tentilhões de Darwin vem e se Darwin perdeu a fé quando sua filha Annie morreu.

Seu livro Dissipando as Trevas inverte completamente a história tradicional de Darwin, Wallace e como a evolução por seleção natural foi concebida e levada ao conhecimento do mundo com base no programa de pesquisa mais profundo já realizado sobre a viagem de Wallace incluindo a edição Wallace on-line, a viagem de Wallace, cartas e cadernos nos padrões acadêmicos modernos. Como Janet Browne escreveu “A história de Wallace nunca mais será a mesma”.

Contato: Dr. John Van Wyhe Telefone: +65 660 11163

Departamento de Ciências Biológicas

Universidade Nacional de Cingapura

14 Science Drive 4

Cingapura 117543

Créditos: Darwin Online

Créditos: Wallace Online

O universo a partir do nada (A Universe From Nothing) – Lawrence Krauss

Michael Shermer

Por que existe algo em vez de nada? Essa é uma daquelas questões profundas difíceis de responder. Ao longo de milênios, os humanos simplesmente disseram “Foi Deus quem fez”: um criador precedeu o Universo e o criou a partir do nada. Mas isso levanta a pergunta de quem criou Deus – e se Deus não precisar de um criador, a lógica dita que o Universo também não precisa. A ciência lida com causas naturais (não sobrenaturais) e por isso permite várias maneiras de explorar de onde é que o “algo” veio.

Universos múltiplos

Há muitas hipóteses de multiversos que nos mostram como o Universo poderia ter nascido a partir de outro. Nosso Universo pode ser, por exemplo, apenas um entre vários universos-bolha com diferentes leis naturais, que produziriam estrelas, com algumas delas colapsando em buracos negros e tendo peculiaridades que dariam origem a novos universos – de maneira similar à singularidade que os físicos acreditam ter dado origem ao Big Bang.

Teoria-M

No livro The Grand Design (O grande projeto), escrito em 2010 com Leonard Mlodinow, Stephen Hawking elege a “Teoria-M” (uma extensão da teoria de cordas que inclui 11 dimensões) como “a única candidata à teoria completa do universo. Se for finita – e isso ainda terá que ser provado – será o modelo de um universo que cria a si mesmo”.

Origem a partir da espuma quântica

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O “nada” do vácuo espacial na verdade é feito de turbulências espaço-temporais subatômicas em distâncias extremamente pequenas, mensuráveis na escala de Planck – a distância na qual a estrutura do espaço-tempo é dominada pela gravidade quântica. Nessa escala, o princípio da incerteza de Heisenberg permite que a energia decaia brevemente em partículas e antipartículas, produzindo “algo” a partir do “nada”. O nada é instável. Em seu novo livro, A Universe from Nothing, o cosmólogo Laurence M. Kraus tenta ligar a física quântica à teoria da relatividade geral de Einstein para explicar a origem de um Universo dessa maneira: “Na gravidade quântica, os universos podem aparecer espontaneamente, e de fato sempre o farão. Esses universos não precisam estar vazios, mas podem conter matéria e radiação desde que sua energia total, incluindo a energia negativa associada à gravidade (contrabalanceando a energia positiva da matéria), seja zero”. Além disso, “para universos fechados que podem ser criados a partir desses mecanismos para durar mais do que intervalos infinitesimais de tempo, algo como a inflação se faz necessário”. As observações mostram que o Universo é de fato plano (há matéria suficiente para desacelerar sua expansão, mas não detê-la), tem energia total zero e passou por uma rápida inflação, ou expansão, logo após o Big Bang, como descrito pela cosmologia inflacionária. “A gravidade quântica não apenas parece permitir que universos sejam criados a partir do nada – ou seja, da ausência de espaço e tempo –, ela pode precisar que seja assim. O ‘nada’ – nesse caso a ausência de espaço, de tempo, de tudo! – é instável”.

As outras hipóteses também são testáveis. A ideia de que novos universos possam surgir de buracos negros em colapso pode ser esclarecida a partir de conhecimentos adicionais sobre as propriedades de buracos negros, que estão sendo estudadas. Outros universos-bolha podem ser detectados nas sutis variações de temperatura da radiação cósmica de fundo deixada pelo Big Bang de nosso Universo. A Sonda Anisotrópica de Micro-ondas Wilkinson (WMAP, em inglês) está coletando dados sobre essa radiação. Além disso, o Observatório de Ondas Gravitacionais por Interferômetro Laser (LIGO, em inglês) foi projetado para detectar ondas gravitacionais excepcionalmente fracas. Se existem outros universos, talvez rugas em ondas gravitacionais indiquem sua presença. Talvez a gravidade seja uma força relativamente tão fraca (se comparada ao eletromagnetismo e às forças nucleares) porque parte dela “vaza” para outros universos. Mesmo que Deus (segundo os teólogos) seja visto como o criador das leis da Natureza que fizeram o Universo (ou multiverso) surgir a partir do nada – se essas leis forem determinísticas –, então Deus não teve escolha na criação do Universo, e por isso não foi necessário. De qualquer forma, por que deveríamos nos voltar para o sobrenatural quando nossa compreensão do natural ainda está em seus estágios iniciais? Seríamos sábios ao seguir esse princípio cético: antes de dizer que algo não é deste mundo, certifique-se de que não seja deste mundo.

Créditos: Scientific American Brasil

Fonte: Kikass.to

A árvore do conhecimento – Maturana e Varella

A árvore do conhecimento
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O ponto de partida de A Árvore do Conhecimento é surpreendentemente simples: a vida é um processo de conhecimento; assim, se o objetivo é compreendê-la, é necessário entender como os seres vivos conhecem o mundo. Eis o que Humberto Maturana e Francisco Varela chamam de biologia da cognição. Esta é a sua tese central: vivemos no mundo e por isso fazemos parte dele; vivemos com os outros seres vivos, e portanto compartilhamos com eles o processo vital. Construímos o mundo em que vivemos ao longo de nossas vidas. Por sua vez, ele também nos constrói no decorrer dessa viagem comum. Assim, se vivemos e nos comportamos de um modo que torna insatisfatória a nossa qualidade de vida, a responsabilidade cabe a nós.

As idéias de Maturana e Varela contêm nuanças que lhes proporcionam uma leveza e uma perspicácia que constituem a essência de sua originalidade. Para eles, o mundo não é anterior à nossa experiência. Nossa trajetória de vida nos faz construir nosso conhecimento do mundo – mas este também constrói seu próprio conhecimento a nosso respeito. Mesmo que de imediato não o percebamos, somos sempre influenciados e modificados pelo que experienciamos. Para mentes condicionadas como as nossas não é nada fácil aceitar esse ponto de vista, porque ele nos obriga a sair do conforto e da passividade de receber informações vindas de um mundo já pronto e acabado – tal como um produto recém-saído de uma linha de montagem industrial e oferecido ao consumo. Pelo contrário, a idéia de que o mundo é construído por nós, num processo incessante e interativo, é um convite à participação ativa nessa construção. Mais ainda, é um convite à assunção das responsabilidades que ela implica.

Maturana e Varela mostram que a idéia de que o mundo não é pré-dado, e que o construímos ao longo de nossa interação com ele, não é apenas teórica: apóia-se em evidências concretas. Várias delas estão expostas – com a freqüente utilização de exemplos e relatos de experimentos – nas páginas deste livro. As teorias dos dois autores constituem uma concepção original e desafiadora, cujas conseqüências éticas agora começam a ser percebidas com crescente nitidez. A Árvore do Conhecimento tornou-se um clássico, ou melhor, recebeu o justo reconhecimento de seu classicismo inato. Tudo isso compõe hoje uma ampla bibliografia, espalhada por áreas tão diversas como a biologia, a administração de empresas, a filosofia, as ciências sociais, a educação, as neurociências e a imunologia.

Humberto R. Maturana

Ph.D. em Biologia (Harvard, 1958). Nasceu no Chile. Estudou Medicina (Universidade do Chile) e depois Biologia na Inglaterra e EUA. Como biólogo, seu interesse se orienta para a compreensão do ser vivo e do funcionamento do sistema nervoso, e também para a extensão dessa compreensão ao âmbito social humano. É professor da Universidade do Chile.

Francisco J. Varela

Ph.D. em Biologia (Harvard, 1970). Nasceu no Chile. Depois de ter trabalhado nos EUA, mudou-se para a França, onde passou a ser diretor de pesquisas do CNRS (Centro Nacional de Pesquisas Científicas) no Laboratório de Neurociências Cognitivas do Hospital Universitário da Salpêtrière, em Paris, além de professor da Escola Politécnica, também em Paris.

Fonte: Golfinho

Créditos: Escola de redes

Biblioteca Humberto Maturana: Livros para download

A Course in Complex Analisys – Um curso em análise complexa

A Course in Complex Analysis
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Prefácio

  1. A teoria deve conduzir rapidamente a uma compreensão mais profunda das funções elementares, bem como as novas classes de funções (funções mais elevadas). Apresentamos, assim, as funções elementares no primeiro capítulo, estudar suas propriedades mais profundas no terceiro capítulo, e, finalmente, usar os métodos poderosos de análise complexa trabalhados nos capítulos II a IV e introduzir várias funções não elementares: funções elípticas, a Gama e a função Zeta, e o mapa modular A. Nos capítulos (V e VII) incluem uma prova do teorema de números primos – talvez a aplicação mais marcante da análise complexa! Bem como uma descrição das cúbicas planas em termos de funções elípticas, e uma prova do teorema de Picard em singularidades essenciais.

  2. A fim de contornar dificuldades topológicas começamos com uma versão local do teorema integral de Cauchy – veja o capítulo II – o que é suficiente para construir a maior parte da teoria. Um teorema global é então estabelecido usando números sinuosos; seguimos o argumento elegante de Dixon. Em seguida os teoremas residuais com suas aplicações importantes.

  3. Funções de várias variáveis complexas pertencem naturalmente ao conceitual quadro de análise complexa – uma visão que partilhamos, por exemplo, com autores como H. Kneser, R. Narasimhan, etc. Nós apresentamos estas funções nos vários capítulos, em lugares apropriados; então, faremos um estudo mais aprofundado no sexto capítulo. Resultados básicos são cobertos na preparação do teorema de Weierstrass, e na solução do problema de Cousin em espaços inteiros.

  4. O ponto de vista geométrico provou especialmente frutífero em análise complexa. Ele domina o nosso último capítulo, onde provamos o teorema de mapeamento de Riemann, discutir geometria hiperbólica e introduzir o mapa modular usando uma versão mais geral do princípio de reflexão de Schwarz.

Grande parte do nosso texto é traduzido a partir da versão original do alemão em [FL] que se concentra nos resultados mais elementares e básicos da análise complexa. Temos estendido consideravelmente este texto para a versão em Inglês pelos tópicos mais avançados mencionados acima. Assim, o livro deve ser acessível depois de uma aula de cálculo de um ano (que é assumido para incluir a definição dos números complexos), devendo levar o leitor a partir desta fundação para tópicos bastante sofisticados – como expressado no título.

Análise complexa é a criação dos grandes matemáticos do século 19; alguns de seus capítulos assumiram a sua forma final e são apresentados na mesma forma em toda a literatura. Nós, naturalmente, seguimos esta tradição. Onde foi possível, fizemos comentários históricos para expor a origem dos resultados importantes; mas somos totalmente incapazes de escrever uma história do sujeito. Ambos os autores fizeram seu primeiro contato com o campo em palestras por H. Grauert a quem devemos profunda gratidão. Quanto ao texto em si: a sugestão de traduzir e estender nosso livro [FL] deve-se a Ulrike Schmickler – Hirzebruch ( Vieweg + Teubner Verlag ) e Dierk Schleicher (Jacobs University Bremen). A difícil tarefa de tradução foi com cuidado e competência executada por Jan Cannizzo (agora um estudante de graduação na Universidade de Ottawa). Conselhos Matemáticos vêm de nossos colegas D. Schleicher, M. Range (Albany), J. Michel (Calais). Daniel Fischer compilou os arquivos finais em LATEX e, além disso, sugeriu muitas melhorias. Estamos sinceramente gratos por toda a ajuda que recebemos.

Bonn e Bremen, agosto 2011

W. Fischer, I. Lieb

Créditos: f3.tiera.ru