Deus é o maior dos problemas humanos e a compreensão de sua inexistência é a solução!

Esta é a melhor explicação sobre a inexistência de Deus que tive a oportunidade de conhecer. O grande pensador Osho conseguiu traduzir em palavras com a maior clareza possível, a impossibilidade da existência de um Deus. O suposto criador do universo não tem razão de ser e nem de existir, ao comparar a teoria da evolução de Charles Darwin com a ideia Deus em contra ponto à sua existência, torna límpida e clara a conclusão de que Deus realmente não existe. Para aqueles que ainda estão em dúvida, Deus é apenas uma hipótese necessária para tornar possível a verificação filosófica e posteriormente científica de sua inexistência.

Fonte: OSHO Internacional

MPF (Minístérios Público Federal) – pede retirada da frase “Deus seja louvado” das notas de Real

Ministério Público Federal exige que a Casa da Moeda retire a frase “Deus seja Louvado”, das notas de Real. Uma decisão acertada!

MPF (Ministério Público Federal) em São Paulo encaminhou à Justiça Federal uma ação para que a União retire em caráter liminar (urgência) a expressão “Deus seja louvado” das cédulas de reais no prazo de 120 dias. Para que a medida não dê gastos, a instituição sugere que a supressão seja feita a partir das próximas impressões das cédulas.

Na ação, o MPF argumentou que o “Estado brasileiro é laico” e, por isso, “deve estar completamente desvinculado de qualquer manifestação religiosa”.

Em entrevista, Jefferson

Aparecido Dias, da procuradoria regional dos Direitos do Cidadão, reconheceu que a maioria da população segue religiões cristãs, mas isso, segundo ele, não invalida a laicidade do Estado.
“Imaginemos a cédula de real com as seguintes expressões: ‘Alá seja louvado’, ‘Buda seja louvado’, ‘Salve Oxossi’, ‘Salve Lord Ganesha’, ‘Deus Não existe’”, disse.

A ação sugere também que a União pague multa diária de R$ 1 no caso de descumprimento de uma decisão judicial favorável à retirada da expressão das cédulas.

Trata-se de um valor símbolo para “servir apenas como uma espécie de contador do desrespeito que poderá ser demonstrado pela ré, não só pela decisão judicial, mas também pelas pessoas por ela beneficiadas”.

Fonte: Bule Voador