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A origem das espécies de Charles Darwin – Filme e Livro

Importante documentário que trata da trajetória de Charles Darwin, sua descoberta e pesquisa da evolução por seleção natural e depois a publicação do livro “A Origem das Espécies”.

Créditos: Rafael Lima

Leiam o livro: A origem das espécies de Charles Darwin

A origem das espéciesDecorridos quase dois séculos desde a primeira vez que esta obra foi publicada, ela continua sólida e robusta como uma montanha. E é isso que ela é: uma das montanhas mais altas que se ergueram na história da investigação científica do mundo em que vivemos, assim como é o seu próprio autor, o inglês Charles Darwin.

Não se trata de uma obra surgida ao acaso, ao sabor da especulação filosófica, do pensamento mágico. Ela é o resultado de toda uma vida dedicada ao esforço humano de entender o funcionamento da Natureza com base nos fatos e evidências apresentados pela própria Natureza.

Darwin reúne aqui o resultado do seu trabalho pessoal de muitas décadas, viajando incansavelmente pelos lugares mais recônditos do planeta em que vivemos, observando, medindo, testando, analisando e sintetizando coisas, até o momento em que se sentiu capacitado a concluir sua teoria de evolução das espécies.

Apesar de solidamente ancorado em fatos e análises suas e de seus contemporâneos mais ilustres, desde a sua primeira edição esta obra tem sido vítima de desmoralização pública e difamação por parte daqueles que, de tão pequenos e insignificantes, se julgam acima das evidências dos fatos e evidências do mundo real. Gente cuja mente preguiçosa prefere ancorar-se em crenças vazias e despropositadas a respeito da Natureza, em vez de se dar ao trabalho de por em teste falsas verdades consideradas como intocáveis e definitivas.

Clique na capa do livro para ler online!

Fonte: UFSM

Robô Curiosity pousa com segurança em Marte e começa a explorar o planeta

Primeiras imagens de Marte são enviadas para a Terra. (Divulgação).

“Temos agora a confirmação de que todas as antenas e canais de comunicação do robô funcionam perfeitamente”, declarou Jennifer Trosper, uma das responsáveis pela missão, em entrevista coletiva em Pasadena (Califórnia)

“Estamos confiantes pelo fato de que agora dispomos de uma grande capacidade de transmissão de dados através de todos os canais, o que era um dos principais objetivos desta primeira parte da missão”.

O mastro da Curiosity, dotado de duas câmeras (Mastcam), que agem como dois olhos do robô, já está em posição, destacou Trosper, prevendo imagens panorâmicas de alta definição e de 360 graus a partir desta quinta-feira, terceiro dia da missão.

A equipe já solucionou o problema que impedia o bom funcionamento dos instrumentos meteorológicos da sonda.

A outra boa notícia é que o gerador nuclear de eletricidade funciona muito bem e “temos mais potência do que esperávamos, o que permitirá maior tempo de funcionamento do robô”, assinalou Jennifer Trosper.

Os dados térmicos mostram que as temperaturas encontradas pela Curiosity são menos frias que o esperado.

A Nasa divulgou novas imagens, uma da sombra do robô e outra da própria sonda, tiradas a partir do mastro.

Uma terceira imagem, parcialmente panorâmica e em preto e branco, mostra uma longa planície coberta de sedimentos com montanhas a distância.

“O que mais surpreende ao ver esta imagem é que, em certa medida, a primeira impressão que temos é que se trata de uma paisagem da Terra”, comentou John Gotzinger, um dos cientistas da missão.

“O que podemos confirmar ao olhar o horizonte é que todos estes materiais na superfície procede de erosão das montanhas por onde circulava água”.

Curiosity se encontra em um ponto de convergência de material provavelmente formado por sedimentos transportados pela água, explicou a Nasa.

A Nasa já divulgou imagens espetaculares da chegada da Curiosity a Marte e fotos aéreas, assim como um vídeo com os últimos minutos da descida do veículo robótico de 900 quilos.

Curiosity está a 12 km da montanha Sharp, de 5.000 metros de altura, no centro da enorme cratera Gale.

Chip Processador do Curiosity é um Risc Power PC

Prompt de entrada do sistema operacional em tempo real do Curiosity. Usa a versão 9.4 da Wind River Systems.


O computador da Curiosity é modesto para os padrões de 2012, mas lembre-se, o projeto foi especificado em 2004 e ninguém investe bilhões de Dólares e aposta em componentes não-testados, recém-chegados ao mercado. Por isso ele usa o confiável RAD750, processador Power PC lançado em 2001. Consome 10W de potência, funciona entre –55 °C e 70 °C, e aguenta brincando uma dose de radiação de 100 mil rads. Quanto vale um rad? Digamos que para humanos a dose letal é de 1000 rads. O preço unitário é de US$200 mil.

O lado ruim das capacidades limitadas dos computares da Curiosity (ela tem dois, um é backup) é que não dá pra enfiar tudo que se precisa. Convenhamos, com uma CPU rodando a 133MHz, com 256KB de EEPROM, 2GB de Flash e 256MB de RAM, pousar em Marte já é um trabalho de gênio (ainda bem que a NASA tem vários na folha).

Receberá atualizações online remotamente

Não é a primeira atualização. A Curiosity, quando era parte do Mars Science Laboratory foi lançada com a versão 9.3, que tinha programas para a parte de lançamento/cruzeiro, pouso, operação de superfície e atualizações de software.

Durante o vôo a NASA atualizou o software para versão 9.4, com programas de cruzeiro, pouso e superfície. A versão 10 também foi enviada e armazenada na Memória Flash, mas só será instalada agora.

Sim, isso que você ouviu. Enquanto donos de Nokia ficam APAVORADOS atualizando a BIOS de seus celulares, a NASA atualiza os computadores de uma sonda interplanetária, em vôo.

Entre 10 e 13 de Agosto a NASA vai bootar o computador primário com a versão nova, rodar diagnósticos. Se tudo estiver OK, atualizará a EEPROM. Então fará o mesmo no processador secundário. Cada conjunto levará dois dias. entre gravar o firmware e realizar os testes exaustivos.

Precisão do pouso em Marte

Mesmo estando a 224 Milhões de quilômetros da Terra, o pouso pode ser considerado muto preciso.

Nada a reclamar da versão 9.4 do software de vôo. Depois de milhões de quilômetros e incontáveis variáveis imprevisíveis, este é o resultado do pouso: O + marca aonde a Curiosity achou que iria pousar, a marca verde foi a previsão da Terra, e o X vermelho marca onde ela realmente pousou.

Dados técnicos da Missão

Distâncias:

Terra à Lua: 384 403km
Equador terrestre: 40 075 km
Terra a Marte (no dia 6-08-2012): 248 000 000 km
Percorrida em toda a missão: 567 000 000 km o equivalente a 1475 vezes a distância da Terra à Lua ou 14 148 voltas à Terra.
Data de lançamento: 26-11-2011
Data de chegada a Marte: 06-08-2012
Duração da viagem: 254 dias
Duração da missão: 687 dias terrestres
Dia na Terra (uma volta no seu eixo): 24h00
Dia em Marte (uma volta no seu eixo): 24h39m

Fonte:www.nasa.gov

Fonte:info.abril.com.br

Fonte:meiobit.com