Amazônia 1 – Primeiro satélite de fabricação 100% brasileira é lançado

O que é o satélite Amazônia 1?

O Amazônia 1 é um satélite de órbita Sol síncrona (polar) que irá gerar imagens do planeta a cada 5 dias. Para isso, possui um imageador óptico de visada larga (câmera com 3 bandas de frequências no espectro visível VIS e 1 banda próxima do infravermelho Near Infrared ou NIR), capaz de observar uma faixa de aproximadamente 850 km com 60 metros de resolução.

Onde foi lançado?

Foi lançado em 28/02/2021 às 1:54:00 AM, no ISRO (ISRO Colony, Ayodhya Bypass, Bhopal, Madhya Pradesh 462041, Índia). O Polar Satellite Launch Vehicle (PSLV) é um lançador desenvolvido pela ISRO (Indian Space Research Organisation) a Agência de Pesquisa Espacial Indiana.

Plataforma Multimissão

Satélite Amazônia 1 – PMM acoplada com Módulo de Carga Útil – Créditos Inpe.

Amazônia-1 é o primeiro satélite totalmente desenvolvido pelo Brasil. O satélite é baseado na Plataforma Multimissão (PMM), desenvolvida pelo INPE. A PMM é uma plataforma genérica para satélites na classe de 500 kg. Com massa de 250 kg, ela provê os recursos necessários, em termos de potência, controle, comunicação e outros, para operar em órbita uma carga útil de até 280 kg.

Missão Amazônia

A Missão Amazônia irá fornecer dados (imagens) de sensoriamento remoto para observar e monitorar o desmatamento especialmente na região amazônica e, também, a diversificada agricultura em todo o território nacional com uma alta taxa de revisita, buscando atuar em sinergia com os programas ambientais existentes.

Galeria de fotos do desenvolvimento

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Vídeo das Capturas realizadas pelo satélite

Passagens gravadas pelas estações terrenas do INPE, nos quais se pode ver as faixas imageadas pela câmera WFI, na perspectiva do satélite.
Passagens gravadas pelas estações terrenas do INPE, nos quais se pode ver as faixas imageadas pela câmera WFI, na perspectiva do satélite.

Aplicativos do INPE

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Referência Bibliográfica

Assista uma compilação dos 5 anos de filmagens do Sol pelo SDO da Nasa

Em 11 de fevereiro de 2015 se passaram 5 anos desde o lançamento do SDO-Solar Dynamics Observatory (Observatório Dinâmico Solar), da NASA, que proporciona imagens incrivelmente detalhadas de nossa estrela Sol 24 horas por dia. Captura imagens várias vezes por segundo, o SDO forneceu imagens claras e sem precedentes das explosões solares desde o seu lançamento em 11 de fevereiro de 2010. As imagens fixas também são cativantes, permitindo que se possa assistir ao balé constante de material solar através da atmosfera do Sol, a corona.

Em homenagem ao quinto aniversário do SDO, a NASA lançou este vídeo mostrando os destaques dos últimos cinco anos de observação do sol. Assista ao filme para ver nuvens gigantes de material solar dezenas de vezes maiores que o nosso planeta, arremessadas para o espaço, a dança de laços gigantes que pairam na corona, e enormes manchas solares crescendo e encolhendo na superfície solar.

As imagens (convertidas em filme) são um exemplo do tipo de dados que o SDO fornece para os cientistas. Ao observar o sol em diferentes comprimentos de onda – e, portanto, diferentes temperaturas – os cientistas podem assistir ao movimento do material através da corona, que detém pistas para o que poderia provocar essas erupções solares; o que aquece a atmosfera do Sol até 1.000 vezes mais quente que a sua superfície, e por quê campos magnéticos do Sol estão constantemente em movimento.

Cinco anos depois de sua missão, a SDO continua a enviar de volta imagens tentadoras para incitar a curiosidade dos cientistas. Por exemplo, no final de 2014, a SDO capturou imagens das maiores manchas do sol vistas desde 1995, bem como uma torrente de intensas erupções solares. As labaredas solares são explosões de luz, energia e raios-x. Podem ocorrer por si ou podem ser acompanhadas pelo que é chamado de ejeção de massa coronal, ou CME, em que uma gigantesca nuvem de material solar estoura fora do sol, atinge velocidade de escape e dirige-se para o espaço. Neste caso, o sol produziu apenas labaredas e não há CMEs, embora não seja inédito, é um pouco incomum para labaredas desse tamanho. Os cientistas estão analisando os dados neste momento para ver se podem determinar quais circunstâncias poderiam levar o sol a ter essas labaredas.

Goddard construiu, opera e administra a sonda SDO para missões diretoras e científicas da Nasa, em Washington, DC; a SDO é a primeira missão da NASA com um programa estelar. O objetivo do programa é desenvolver o conhecimento científico necessário para lidar com esses aspectos do sistema Sol-Terra que afeta diretamente a nossa vida e sociedade.

Fonte: NASA

NASA divulga foto do ponto mais profundo do universo já registrado

A NASA (Agência espacial americada) divulga foto do ponto mais profundo do universo já registrado. A visão do homem em relação ao universo conseguiu ir um pouco mais longe. Isso graças a um trabalho de anos, que resultou na montagem da fotografia “mais distante” do espaço.

A foto na verdade é resultado da sobreposição de diversas imagens que o telescópio Hubble coletou ao longo da última década. Isso porque para capturar uma imagem tão distante, não basta apontar para determinado ponto. É necessário que a lente fique exposta por um longo tempo (no caso dez anos) para montar uma reprodução de determinada imagem do universo.

A imagem captou um espaço chamado “eXtreme Deep Field” (campo extremamente fundo, em tradução livre), que contempla cerca de 5.500 galáxias. No entanto, a maioria delas aparece de forma tão pequena na imagem que o olho humano não consegue detectar.

O mais curioso é que, nessa foto, a galáxia mais jovem de todas nasceu “apenas” 450 milhões de anos depois do Big Bang. Porém, na imagem também há galáxias com 13,2 bilhões de anos (cientistas estimam que o universo tem 13,7 bilhões de anos).

Fonte: Youtube – Wanverick

Astrofotografia Orion + Touro + Plêiades – Curitiba PR

Constelaçãoes de Orion, Touro e Pleides fotografadas
Orion-Touro-Pleiades


Dados técnicos da foto:

Suporte da câmera: Tripé fotográfico
Camera: Sony DSC-H50
Tamanho da imagem: 9 Mega pixels
Escala de abertura: F2.7
Escala de ISO:100
Tempo de exposição: 25 segundos
Distancia focal: 5 mm

Esta foto foi tirada no dia 02/11/2010 às 2:50 em Curitiba Pr, a visibilidade do céu estava em torno de 60% com média poluição luminosa (PL), mas a exposição de 25 segundos diretamente com a câmera em um tripé, fez as estrelas da constelação de “Orion,Touro e Plêiades” ficarem visíveis.

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