Samsung lança super rápidos cartões de memória Micro SD UFS 256 GB

Samsung UFS 256GB
Fonte: Samsung (divulgação)

A Samsung acaba de lançar os novos cartões Micro SD UFS (Universal Flash Storage), “Armazenamento Universal em Flash”, com capacidades de 32, 64, 128 GB. Esses cartões são compatíveis com os novos Smartphones Galaxy S7, S7 Edge e Note 6(7?), também serão compatíveis com com Tablets e as principais câmeras APSC de vários fabricantes. O modelo de 256 GB será compatível a princípio com o Galaxy Note 6(7?), mas ainda não é compatível com modelos anteriores. Os chips são feitos com tecnologia proprietária Samsung 3D V-NAND e um controlador ultra-pequeno.

Smartphones e outros dispositivos compatíveis com o padrão UFS ganham um poder de armazenamento até 10 vezes mais rápido, podendo transferir vídeos de 5GB Full HD em 12 segundos, disse a empresa. Aos poucos os chips NAND Flash, principalmente os EMMC, que ainda utilizam memórias lentas LPDDR3, serão substituídos pelas rápidas memórias LPDDR4 e padrão de armazenamento em UFS.

Samsung Galaxy S7
Fonte: Samsung (divulgação)

Vários produtos lançados no segundo semestre/2016 serão compatíveis com esse novo padrão que aumenta a capacidade e velocidade de acesso aos dados de: Smartphones, Tablets, Câmeras digitais e principalmente dispositivos de realidade virtual e realidade aumentada.

A fabricante Samsung é um membro ativo do JEDEC na definição do padrão UFS 2.0 desde setembro de 2013 e também cartões UFS 1.0 desde março 2016.

Créditos: Zdnet
Créditos: Samsung

Tecnologia de memória chamada HMC (Hibrid Memory Cube – Cubos híbridos de memória) é lançado

Os maiores fabricantes de memória da atualidade: Samsung, Hinix e Micron – anunciaram estar na fase final de testes com os revolucionários cubos de memória ram chamados: Cubos Híbridos de Memória (HMC – High Memory Cube).

Entenda a tecnologia das memórias utilizadas atualmente

Memória ROM

As memórias ROM (Read-Only Memory – Memória Somente de Leitura) recebem esse nome porque os dados são gravados nelas apenas uma vez. Depois disso, essas informações não podem ser apagadas ou alteradas, apenas lidas pelo computador, exceto por meio de procedimentos especiais. Outra característica das memórias ROM é que elas são do tipo não voláteis, isto é, os dados gravados não são perdidos na ausência de energia elétrica ao dispositivo.

Principais tipos de memória ROM

PROM (Programmable Read-Only Memory): esse é um dos primeiros tipos de memória ROM. A gravação de dados neste tipo é realizada por meio de aparelhos que trabalham através de uma reação física com elementos elétricos. Uma vez que isso ocorre, os dados gravados na memória PROM não podem ser apagados ou alterados;

EPROM (Erasable Programmable Read-Only Memory): as memórias EPROM têm como principal característica a capacidade de permitir que dados sejam regravados no dispositivo. Isso é feito com o auxílio de um componente que emite luz ultravioleta. Nesse processo, os dados gravados precisam ser apagados por completo. Somente depois disso é que uma nova gravação pode ser feita;

EEPROM (Electrically-Erasable Programmable Read-Only Memory): este tipo de memória ROM também permite a regravação de dados, no entanto, ao contrário do que acontece com as memórias EPROM, os processos para apagar e gravar dados são feitos eletricamente, fazendo com que não seja necessário mover o dispositivo de seu lugar para um aparelho especial para que a regravação ocorra;

EAROM (Electrically-Alterable Programmable Read-Only Memory): as memórias EAROM podem ser vistas como um tipo de EEPROM. Sua principal característica é o fato de que os dados gravados podem ser alterados aos poucos, razão pela qual esse tipo é geralmente utilizado em aplicações que exigem apenas reescrita parcial de informações;

Flash: as memórias Flash também podem ser vistas como um tipo de EEPROM, no entanto, o processo de gravação (e regravação) é muito mais rápido. Além disso, memórias Flash são mais duráveis e podem guardar um volume elevado de dados. É possível saber mais sobre esse tipo de memória no artigo Cartões de memória Flash, publicado aqui no InfoWester;

CD-ROM, DVD-ROM e afins: essa é uma categoria de discos ópticos onde os dados são gravados apenas uma vez, seja de fábrica, como os CDs de músicas, ou com dados próprios do usuário, quando o próprio efetua a gravação. Há também uma categoria que pode ser comparada ao tipo EEPROM, pois permite a regravação de dados: CD-RW e DVD-RW e afins.

Memória RAM

As memórias RAM (Random-Access Memory – Memória de Acesso Aleatório) constituem uma das partes mais importantes dos computadores, pois são nelas que o processador armazena os dados com os quais está lidando. Esse tipo de memória tem um processo de gravação de dados extremamente rápido, se comparado aos vários tipos de memória ROM. No entanto, as informações gravadas se perdem quando não há mais energia elétrica, isto é, quando o computador é desligado, sendo, portanto, um tipo de memória volátil.

Há dois tipos de tecnologia de memória RAM que são muitos utilizados: estático e dinâmico, isto é, SRAM e DRAM, respectivamente. Há também um tipo mais recente chamado de MRAM.

Principais tipos de memória RAM

SRAM (Static Random-Access Memory – RAM Estática): esse tipo é muito mais rápido que as memórias DRAM, porém armazena menos dados e possui preço elevado se considerarmos o custo por megabyte. Memórias SRAM costumam ser utilizadas como cache (saiba mais sobre cache neste artigo sobre processadores);

DRAM (Dynamic Random-Access Memory – RAM Dinâmica): memórias desse tipo possuem capacidade alta, isto é, podem comportar grandes quantidades de dados. No entanto, o acesso a essas informações costuma ser mais lento que o acesso às memórias estáticas. Esse tipo também costuma ter preço bem menor quando comparado ao tipo estático;
MRAM (Magnetoresistive Random-Access Memory – RAM Magneto-resistiva): a memória MRAM vem sendo estudada há tempos, mas somente nos últimos anos é que as primeiras unidades surgiram. Trata-se de um tipo de memória até certo ponto semelhante à DRAM, mas que utiliza células magnéticas. Graças a isso, essas memórias consomem menor quantidade de energia, são mais rápidas e armazenam dados por um longo tempo, mesmo na ausência de energia elétrica. O problema das memórias MRAM é que elas armazenam pouca quantidade de dados e são muito caras, portanto, pouco provavelmente serão adotadas em larga escala.

Inovação tecnológica na fabricação de chips de memória em formato cúbico matricial

Detalhes da HMC

Cubos híbridos de memória são uma inovação revolucionária na arquitetura de memória DRAM (Dynamic Random-Access Memory – RAM Dinâmica) que estabelece um novo padrão para o desempenho da memória, consumo de energia e custo.

As memórias com tecnologia HMC combinam alta velocidade no processo lógico por meio de uma pastilha formada por transistores de silício interconectados eletricamente em modo vertical da sigla VIA-TSV. O ganho de velocidade e baixo consumo elétrico é garantido em razão de haver um único controlador do agrupamento de memórias. Uma única pastilha de silício pode oferecer um desempenho 15x superior aos atuais módulos de memórias DDR3 e consumindo até 70% menos energia.

Cubos híbridos de memória podem ser uma virada no jogo para aplicações que vão desde a computação de alto desempenho e principalmente tecnologias de consumo, como os tablets e placas gráficas que valorizam uma combinação de potência, energia e largura de banda.

Conceito lógico HMCO aumento da densidade de memória cúbica por bit contribuirá para reduzir o custo total de propriedade, permitindo que mais memórias sejam instaladas em cada máquina utilizando quase 90% menos espaço do que as memórias em uso corrente.

Considerando as DDR4 como um padrão evolutivo normal, a HMC é uma tecnologia revolucionária, uma mudança completa de paradigma na arquitetura das memórias atuais.

Especificações técnicas completas da HMC

O Consórcio HMC disponibilizou informações completas sobre o padrão, clique na imagem abaixo para acessar as especificações!

Especificações H MC

Créditos: Infowester

Créditos: Gigaom

IBM testa chip que simula o próprio cérebro

Um dos protótipos apresentados: computação cognitiva imita estrutura de funcionamento do cérebro

A onda dos computadores inteligentes está começando a invadir o mercado. No começo foi o Deep Blue; em maio de 1997, após uma severa atualização, Deep Blue venceu Kasparov em um novo confronto de 6 partidas, com 2 vitórias, 3 empates e 1 derrota (pontuação final: 3,5 a 2,5), tornando-se o primeiro computador a vencer um campeão mundial de xadrez num match com regras de tempo oficiais.

Em fevereiro de 2011, o supercomputador Watson derrotou seus competidores humanos em um programa de TV nos EUA.

No Brasil o neurocientista Miguel Nicolelis, quebra todos os paradigmas e consegue fazer com que circuitos cerebrais: simulem, aprendam e até influenciem os próprios agrupamentos de neurônios.

Neste momento, cientistas da IBM estão integrando software e hardware, capazes não apenas de analisar informações complexas em tempo real como também de aprender com os resultados.

Nele, novas ligações são feitas a cada input, e as experiências anteriores são utilizadas para elaborar a próxima ação. Basicamente, um sistema como esse reconhece rostos, se lembra de ações passadas e sente as variações do ambiente por meio de sensores. Tudo isso ao mesmo tempo.

Essa é a meta do projeto Synapse (Systems of Neuromorphic Adaptive Plastic Scalable Electronics), desenvolvido pela IBM Research: recriar as sinapses do cérebro por meio de algoritmos e circuitos de silício. As sinapses são as estruturas responsáveis por transmitir o impulso nervoso de um neurônio ao outro.

Hoje, a empresa anunciou a conclusão da primeira fase do empreendimento: dois chips experimentais, feitos para similar a percepção, ação e cognição do cérebro.

Embora não contenham elementos biológicos, os chamados “neurosynaptic computing chips”, ou chips neuro-sinápticos, possuem circuitos inspirados na neurobiologia: cada um conta com 256 “neurônios”; um deles contém 262.144 sinapses programáveis, o outro, 65.536.

Os dois protótipos foram construídos na unidade de Fishkill, em Nova York, e estão sendo testados nos laboratórios de Yorktown Heights (NY) e San José, na Califórnia. Até agora, já demonstraram habilidades em tarefas simples, como navegação, visão, reconhecimento de padrões, memória e classificação de objetos.

Esses chips são a base do que a IBM imagina como futuro da informática: a computação cognitiva. Os sistemas construídos com eles não serão programados da mesma forma que os atuais: eles devem aprender através das experiências, encontrando correlações e criando hipóteses – como faz o cérebro.

A meta do SyNAPSE é criar um sistema de chip com 10 bilhões de neurônios e trilhões de sinapses, que consuma menos de um kilowatt e ocupe menos de dois litros de volume. O sistema não apenas analisaria informações complexas de vários inputs sensoriais, mas interagiria de acordo.

Por exemplo, um supermercado poderia usar um sistema cognitivo para monitorar seu estoque. Medindo temperatura, textura e odor dos alimentos, ele conseguiria registrar (e aprender) quais estão ou não estragados.

Com o fim da fase 1, a IBM Research e suas universidades parceiras no projeto (Columbia University; Cornell University; University of California, Merced; e University of Wisconsin, Madison) receberam US$21 milhões do governo americano para desenvolver a fase 2.

O objetivo final é fazer com que os computadores deixem de ser “grandes calculadoras” para que passem a ser sistemas com capacidade de aprendizado.

Fonte:http://info.abril.com.br

Seagate compra divisão de discos rígidos da Samsung

O acordo saiu por 1,4 bilhões de dólares e fortalece a Seagate frente a Western Digital, sua principal concorrente.

Reuters. Por Supantha Mukherjee e Miyoung Kim – A Seagate Technology vai comprar a unidade deficitária de discos rígidos da Samsung por 1,4 bilhão de dólares para combater a rival Western Digital e controlar uma guerra de preços que prejudicou a indústria.

O acordo acontece um mês depois que a Western Digital anunciou a compra da divisão de HDs da Hitachi por 4,3 bilhões de dólares, criando uma líder global com amplos recursos.

Em 2010, as vendas da Seagate somaram 11,4 bilhões de dólares enquanto a Western Digital divulgou receita de 9,85 bilhões.

Toshiba Corp e Fujitsu também disputam o mercado de HDs.

A venda da divisão de HDs marca a saída da Samsung de uma indústria de margens muito baixas para se concentrar nos negócios com chips de memória.

O setor de HDs está passando por um persistente declínio no crescimento das vendas e está começando a enfrentar uma ameaça de longo prazo gerada pelos computadores tablet, que utilizam dispositivos de memória baseados em chips de memória flash (SSD).

Após o acordo, a Samsung vai fornecer chips de memória flash NAND para a Seagate usar em drives SSD e vai encomendar HDs da Seagate para seus computadores e produtos eletrônicos.

Fonte: http://www.tecmundo.com.br

{rcristo}

Explicação sobre a capacidade de armazenamento em informática

Començando em Bits e terminando em Geopbytes

Bit: um bit é a menor unidade de dados que um computador usa. Ele pode ser usado para representar dois estados de informação, Sim ou Não.

Byte: um byte é igual a 8 Bits. Um byte pode representar 256 (28) estados de informações, por exemplo, números ou uma combinação de números e letras. 1 Byte pode ser igual a um caractere. 10 bytes podem ser iguais a uma palavra. 100 Bytes seriam iguais a uma frase.

Kilobyte: um kilobyte é igual a 1024 bytes. 1 Kilobyte seria igual a esse parágrafo que você está lendo, enquanto que 100 Kilobytes seriam iguais a uma página inteira.

Megabyte: um megabyte é igual a 1024 Kilobytes. Nos primórdios da computação, um Megabyte foi considerado uma grande quantidade de dados. Hoje em dia é comum encontrar computadores que possuem discos rígidos de 500 Gigabytes ou mais. Um desses disquetes antigos 3 ½” polegadas podiam armazenar 1,44 Megabytes, ou o equivalente a um pequeno livro. 100 Megabytes podem comportar dois volumes de uma enciclopédia. 640 Megabytes é a quantidade de dados que caberá em um disco CD-ROM.

Gigabyte: um gigabyte é igual a 1024 Megabytes. Um Gigabyte ainda é um termo muito comum usado nos dias de hoje quando se refere ao espaço em disco ou unidade de armazenamento. 1 Gigabyte de dados é quase o dobro da quantidade de dados que um CD-ROM pode suportar. Mas trata-se de mil vezes a capacidade de um disco flexível de 3 ½”. 1 Gigabyte pode armazenar o conteúdo de cerca de 10 metros de livros em uma prateleira. 100 Gigabytes poderiam armazenar o equivalente a uma biblioteca inteira de revistas acadêmicas.

Terabyte: um terabyte é igual a um trilhão de bytes, ou 1024 Gigabytes. Houve um tempo em que eu nunca pensei que veria um disco de 1 terabyte, agora um disco de 1 ou 2 terabytes é a especificação normal para muitos computadores novos. Para colocá-lo em perspectiva, um terabyte pode armazenar cerca de 3,6 milhões de 300 imagens de 1 Kilobyte ou talvez cerca de 300 horas de vídeo de boa qualidade. Um terabyte poderia armazenar mil cópias da Enciclopédia Britannica. Dez Terabytes poderiam armazenar a coleção de impressos da biblioteca do Congresso Americano. Isso é um monte de dados.

Petabyte: um petabyte igual a 1024 Terabytes ou um milhão de gigabytes. É difícil visualizar o que poderia compor um petabyte. 1 petabyte poderia conter cerca de 20 milhões de estantes de biblioteca de 4 portas cheias de livros. Poderia contêm 500 bilhões de páginas de texto impresso padrão. Seriam necessários cerca de 500 milhões de disquetes para armazenar a mesma quantidade de dados.

Exabyte: um exabyte é igual a 1024 Petabytes. Outra maneira de olhar para ele é que um exabyte é de aproximadamente um quintilhões de bytes ou um bilhão de Gigabytes. Não há muito para comparar com um Exabyte. Tem sido dito que 5 exabytes seriam igual a todas as palavras já faladas pela humanidade.

Zettabyte: um zettabyte é igual a 1024 exabytes. Não há nada que se compare a um Zettabyte, mas dizem que levaria um monte de zeros e uns para preenchê-lo.

Yottabyte: um yottabyte é igual a 1024 zettabytes. Levaria cerca de 11.000.000.000.000 de anos para fazer o download de um arquivo Yottabyte a partir da Internet em banda larga de alta velocidade. Você pode compará-lo com toda a Internet, somando todos os dados lá dentro, isso quase ocupa um Yottabyte.

Brontobyte: um Brontobyte é (você adivinhou) igual a 1024 Yottabytes. A única coisa que há para dizer sobre um Brontobyte é que é um 1 seguido por 27 zeros!

Geopbyte: um geopbyte é igual a 1024 Brontobytes! Estou duvidando que alguém vivo hoje possa ver um disco rígido Geopbyte. Uma forma de olhar para um geopbyte é 1.267.650.600.228.229.401.496.703.205.376 bytes!

Explicação aprofundada

Um byte, frequentemente confundido com bit, é um dos tipos de dados integrais em computação. É usado com frequência para especificar o tamanho ou quantidade da memória ou da capacidade de armazenamento de um computador, independentemente do tipo de dados armazenados.

A codificação padronizada de byte foi definida como sendo de 8 bits. O byte de 8 bits é, por vezes, também chamado de octeto, nomeadamente no contexto de redes de computadores e telecomunicações.

A uma metade de um byte, dá-se o nome de nibble ou semioctecto.

Para os computadores, representar 256 números binários é suficiente. Por isso, os bytes possuem 8 bits. Basta fazer os cálculos. Como um bit representa dois valores (1 ou 0) e um byte representa 8 bits, basta fazer 2 (do bit) elevado a 8 (do byte) que é igual a 256.

Note que um byte nada tem de especial, é apenas um número binário de oito algarismos. Sua importância na informática deriva apenas do fato do código ASCII haver adotado números de oito bits, além de razões meramente construtivas ou operacionais. Por exemplo: os códigos enviados a impressoras para controlar a impressão têm oito bits, os valores trocados pelos modems entre computadores também, assim como diversas outras operações elementares de intercâmbio de informações. Além disso, memórias costumam ser organizadas de tal forma que as operações de leitura e escrita são feitas com quantidades de um byte ou de um múltiplo de bytes (oito, dezesseis, trinta e dois, sessenta e quatro ou cento e vinte e oito bits – o que corresponde a um, dois, quatro, oito e dezesseis bytes, respectivamente).

Segundo norma da IEC, lançada em 2000, foi definida uma nova nomenclatura para dados de base dois em substituição a nomenclatura usada erroneamente de base dez separando a confusão causada entre proporção 1:1000 ou 1:1024, veja mais em Prefixos Binários.

História

No início da computação chegou-se a utilizar 1 byte = 6 bits no código BCD pois com 6 bits (64 caracteres) era possível representar todo o alfabeto alfanumérico A-Z, 0-9 além de alguns caracteres especiais. Em terminais e impressoras Teletipo (TTY), conectados através de interfaces seriais com o computador central, também usou-se uma variante na comunicação de dados onde 1 byte = 7 bits e ainda hoje é possível configurar uma interface RS32C para operar em 7 bits de dados. A transcodificação BASE64 usada até hoje em documentos MIME na Internet[1][2] reflete a dificuldade passada de comunicação de dados em 8 bits entre diferentes computadores. A primeira codificação de 1 byte = 8 bits deve-se à IBM com a criação do código EBCDIC em 1960. A partir do sucesso os computadores IBM, padronizou-se que 1 byte = 8 bits, surgindo também o código ASCII de 8 bits em 1961. A representação dos caracteres nos computadores atuais ganharam uma nova dimensão: os padrões EBCDIC (já em desuso há um bom tempo) e ASCII estão sendo substituídos pelos códigos UNICODE UTF, UTF-16 e UTF-32 que podem demandar 1 byte, 2 bytes e até 4 bytes para representar uma letra do alfabeto a fim de acomodar as escritas em línguas mundiais.

Quantidades

Byte (B)

  • 1 Byte = 8 bits

Kilobyte (KB)

  • Kbyte = 1024 Bytes (210) Bytes.
  • 1 024 Byte = 8 192 Bits

Megabyte (MB)

  • 1 024 KB
  • 1 048 576 (220)Bytes
  • 8 388 608 Bits
  •  

Gigabyte (GB)

  • 1 024 MB
  • 1 048 576 KB
  • 1 073 741 824 (230) Bytes
  • 8 589 934 592 Bits
  •  

Terabyte (TB)

  • 1 024 GB
  • 1 048 576 MB
  • 1 073 741 824 KB
  • 1 099 511 627 776 (240) Bytes
  • 8 796 093 022 208 Bits
  •  

Petabyte (PB)

  • 1 024 TB
  • 1 048 576 GB
  • 1 073 741 824 MB
  • 1 099 511 627 776 KB
  • 1 125 899 906 842 624 (250) Bytes
  • 9 007 199 254 740 992 Bits
  •  

Exabyte (EB)

  • 1 024 PB
  • 1 048 576 TB
  • 1 073 741 824 GB
  • 1 099 511 627 776 MB
  • 1 125 899 906 842 624 KB
  • 1 152 921 504 606 846 976 (260) Bytes
  • 9 223 372 036 854 775 808 Bits
  •  

Zettabyte (ZB)

  • 1 024 EB
  • 1 048 576 PB
  • 1 073 741 824 TB
  • 1 099 511 627 776 GB
  • 1 125 899 906 842 624 MB
  • 1 152 921 504 606 846 976 KB
  • 1 180 591 620 717 411 303 424 (270) Bytes
  • 9 444 732 965 739 290 427 392 Bits
  •  

Yottabyte (YB)

  • 1 024 ZB
  • 1 048 576 EB
  • 1 073 741 824 PB
  • 1 099 511 627 776 TB
  • 1 125 899 906 842 624 GB
  • 1 152 921 504 606 846 976 MB
  • 1 180 591 620 717 411 303 424 KB
  • 1 208 925 819 614 629 174 706 176 (280) Bytes
  • 9 671 406 556 917 033 397 649 408 Bits
  •  

Brontobyte (BB)

  • 1 024 YB
  • 1 048 576 ZB
  • 1 073 741 824 EB
  • 1 099 511 627 776 PB
  • 1 125 899 906 842 624 TB
  • 1 152 921 504 606 846 976 GB
  • 1 180 591 620 717 411 303 424 MB
  • 1 208 925 819 614 629 174 706 176 KB
  • 1 237 940 039 285 380 274 899 124 224 (290) Bytes
  • 9.903.520.314.283.042.199.192.993.792 Bits

Geopbyte (GEB)

  • 1 024 BB
  • 1 048 576 YB
  • 1 073 741 824 ZB
  • 1 099 511 627 776 EB
  • 1 125 899 906 842 624 PB
  • 1 152 921 504 606 846 976 TB
  • 1 180 591 620 717 411 303 424 GB
  • 1 208 925 819 614 629 174 706 176 MB
  • 1 237 940 039 285 380 274 899 124 224 KB
  • 1.267.650.600.228.229.401.496.703.205.376 (2100) Bytes
  • 10.141.204.801.825.835.211.973.625.643.008 Bits

Agora pode-se ter um bom entendimento de bits a geopbytes.

Fonte:Wikipedia

Dados armazenados no mundo até 2007 somavam 295 exabytes

Capacidade de armazenamento mundial até 2007
Quantidade de informações armazenadas no mundo até 2007

Pesquisa divulgada em uma das edições da Science calculou a quantidade de informação guardada em todo o globo.

A capacidade armazenada de informações já produzidas pela humanidade foi calculada por cientistas e o número é astronômico: 295 exabytes, 295.000.000.000.000.000.000 de bytes – ou 29518. Um exabyte equivale a um bilhão de gigabytes. O estudo, publicado na edição (11) do Science Journal, calculou a quantidade de dados armazenados em todo o mundo até o ano de 2007.

“Se pegássemos toda essa informação e a colocássemos em livros, poderíamos cobrir todo o território americano com três camadas”, diz o Dr. Martin Hilbert, da Universidade do Sul da Califórnia. O mesmo volume de informações guardado em CDs criaria uma pilha capaz de alcançar a lua, dizem os pesquisadores.

O cálculo foi baseado na capacidade de 60 tipos de tecnologias, entre analógicas e digitais, produzidas no período entre 1986 e 2007. Eles consideraram tudo, de discos rígidos aos obsoletos disquetes, de chapas de raio-x até microchips e cartões de crédito.

A pesquisa cobre duas décadas intituladas como “revolução da informação”, na qual a sociedade humana passou à era digital. No ano 2000, 75% da informação estava em meios analógicos, como vídeo cassetes. Sete anos depois, 94% correspondiam a meios digitais.

“Antes houve outras revoluções”, diz Hilbert. “O carro mudou a sociedade completamente, assim como a eletricidade. A cada 40, 50 ou 60 anos alguma tecnologia evolui mais rápido que as demais. Agora é a vez da informação”.

Outros resultados da pesquisa global mostram que no mesmo período foram transmitidos por radiodifusão cerca de dois zettabytes de dados (um zettabyte equivale a mil exabytes). É o equivalente a 175 jornais impressos por pessoa no mundo, por dia.

Estes números podem parecer exagerados, mas não são, isso anda perto da capacidade de processamento de informação e armazenamento da natureza. “O DNA humano em um único indivíduo pode conter 300 vezes mais informação que todos os nossos dispositivos tecnológicos”, diz o Hilbert.

Fonte: Martin Hilbert, science.