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Calcule corretamente a velocidade de sua internet em Mbits/s para MB/s

Os pacotes de internet oferecidos pelas operadoras no geral utilizam a métrica: Mega bits por segundo (Mbps), significa que em 1 segundo, o valor correspondente a 1 megabit (1.000.000 bits) é transmitido na velocidade da luz do ponto de origem ao ponto de destino.

Utilize a seguinte métrica para saber o valor correto dessa velocidade em Mega Bytes (MB)

  • 1 Byte é igual a 8 bits
  • 1 Mbits/s equivale a 1000 bits x 1000 bits = 1.000.000 bits/s
  • 1000.000 bits dividido por 8 (bits) = 125.000 bytes
  • 125.000 divido por 1.000.000 = 0,125 MB (Mega Bytes), saiba mais sobre bytes aqui!
  • 1 Mbits/s = 0,125 MB/s lê-se: “zero, vírgula, cento e vinte e cinto mega bytes por segundo”.

Obs: 1 bit equivale a 2 estados 0 e 1 (binário), 1 byte = 8 bits = Log2 8 (logaritmo de 8 na base binária 2). Computadores clássicos (os nossos) trabalham com matemática binária (bits), computadores quânticos (em desenvolvimento nos laboratórios avançados) trabalham com matemática quântica (qubits).

Ex: meu plano contratado atual é de 50 Mbits/s então minha velocidade de internet em MB/s (Mega Bytes por segundo) é igual a: 50 x 0,125 ou ainda 50/8 = 6,25 MB/s. Ou seja, para eu poder enviar (upload) um arquivo de 10 megas de peso, nessa velocidade, levaria o tempo de 10/6,25 = 1,6 segundos.

Segue a medição realizada pelo site: Copel Speed Teste Adsl

Ao clicar na imagem acima a página teste será aberta.

Sensor WiFi TP-Link Archer T1U (5 GHZ) 433 Mbits/s utilizado na medição

Esse dispositivo utiliza a velocidade da banda (frequência) base 5 GHZ, velocidade de transmissão de dados 433 Mbits/s = 54,125 MB/s é cerca de nove vezes mais rápido que uma internet fibra 50 Mbits/s. Clique na imagem para mais informações.

Fonte: Units of information

Falha em fibra óptica teria causado pane nas redes da Gvt, Tim, Vivo e Copel da região sul do Brasil

Falha em cabos de fibras ópticas causou quedas nos sistemas de telefonia e internet da região sul na quarta feira dia 25/04/2012.

Na tarde de quarta feira, dia 25 de abril, as redes da Gvt, Tim, Vivo e Copel, tiveram queda generalizada. A informação dada inicialmente por fornecedores de fibra óptica às operadoras telefônicas era de que o rompimento teria sido em Cotia, em São Paulo, e que pelo menos três cabos teriam sido rompidos. A Copel informou que cerca de 1,5 mil clientes corporativos da companhia ficaram sem conexão com a rede

No meio da tarde, por volta das 15h30, a conexão de celular e internet de alguns usuários começou a ser restabelecida. No final desta quarta-feira, as operadoras informaram que todo o sistema foi restabelecido.

Operadoras telefônicas

A TIM confirmou na tarde desta quarta-feira que houve problemas de conexão com grande parte dos usuários, mas ainda não há informações do número de clientes afetados. A assessoria de imprensa da TIM explicou que os códigos dos chips dos aparelhos celulares são cadastrados em regiões diversas do país – e não só na cidade em que o aparelho foi cadastrado – para que, em caso de uma pane geral, por exemplo, alguns usuários consigam estabelecer conexão tanto de internet quanto telefônica.

Às 17 horas, em nota, a operadora informou que os clientes da região Sul “podem ter encontrado dificuldades para utilizar os serviços de voz e dados da operadora, devido a um triplo rompimento de fibra óptica da rede de transmissão que interliga os sistemas desses Estados com o restante do Brasil”. Segundo a TIM, o sistema voltou ao normal às 16h30.

A OI informou que não houve registro de problemas entre seus usuários

Em nota, a Telefônica/VIVO explicou que por volta das 13h, alguns clientes de Paraná e Santa Catarina “podem ter encontrado dificuldades na utilização dos serviços de voz e dados da empresa, devido a rompimentos de cabos de fibra óptica contratados de terceiros”. Segundo a operadora, a situação foi normalizada às 15h40.

Em nota, a GVT informou que o serviço de banda larga dos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul apresentaram lentidão desde o início da tarde e que o sistema foi normalizado às 16h30. A GVT recomendou aos usuários que ainda encontravam dificuldades de acesso que desligassem e ligassem novamente o computador e modem para garantir que a navegação fosse normalizada. Clientes podem esclarecer dúvidas pelo telefone 103 25, da Central de Atendimento.

Segundo a CLARO, em nota, “uma instabilidade causada por uma falha na rede de transmissão de um fornecedor pode ter afetado parte de seus assinantes no Paraná a partir das 13h25” desta quarta-feira.

Tráfego da internet

Às 15h21, o site da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), que possui um sistema para visualização em tempo real da utilização do tráfego de internet da sua rede – que conecta instituições de ensino de todo o país -, mostrava uma falha em um backbone entre São Paulo e Paraná, entretanto, o problema foi normalizado no final do dia.

Fonte:Topnews

Sony desenvolve Chips que transmitem 6.3 Gbps na faixa de 60 Ghz

Circuito do Chip Sony que transmite na velocidade de 6.3 Gbps

Quando gravamos com nossos smartphones um vídeo em formato FullHD 1920×1080 Pixels e 24 bits de cor (16 milhões de cores), um arquivo de apenas 10 segundos nesse formato tem exatamente o tamanho de: 59,33 MB (Mega Bytes). Para chegar nesse cálculo faça o seguinte: multiplique os pixels horizontais pelos verticias, pegue o resultado e multiplique pelo formato em pixels de cor 24, depois pegue o resultado divida por 8 (um byte) e divida por 1.048.576 (1024 bytes x 1024 bytes – 1 MB (mega byte).

Mas a Sony e uma equipe do Tokyo Institute of Technology, desenvolveram chips que permitem transferências de dados na velocidade de 6.3Gbps (806,4 MB/s – Mega bytes por segundo), na banda dos 60GHz; e que para além dessas incríveis velocidades (que permitem transferir os 50GB de um disco Blu-Ray em pouco mais de um minuto), são também bastante eficientes – o que os tornam adequados para os equipamentos móveis.

Compreendendo a divisão das telas em pixels

Veja a divisão das telas em pixels dos atuais dispositivos

Veja a divisão das telas em pixels dos atuais dispositivos

1080p Tecnicamente, é o nome abreviado de um tipo de resoluções de telas ou monitores. O número 1080 representa 1080 linhas de resolução vertical, enquanto a letra p denota uma varredura progressiva. É considerado um formato de HDTV. O uso do termo pressupõe geralmente um formato widescreen 16:9, o que implica uma resolução horizontal de 1920 pixels, equivalendo a uma resolução com 2 073 600 pixels no total. A freqüência em hertz de quadros por segundo pode deduzir-se pelo contexto ou ser especificada a seguir à letra p, por exemplo, 1080p30, significando 30 hertz.

A designação 1080p é também utilizada para descrever a capacidade de equipamentos de vídeo. O uso do termo 1080p e do diretamente relacionado 1080i em embalagens de produtos podem se referir a uma gama de capacidades. Por exemplo, um equipamento de vídeo qualificado como 1080p pode ter baixa resolução de imagem reformatada para exibição em alta resolução. A imagem resultante é diferente da gerada por um equipamento que gere realmente 1080p. Da mesma forma, um equipamento capaz de exibir 720p e 1080i pode não ter capacidade para exibir material em 1080p ou 1080i em resolução completa. É comum que este material tenha qualidade inferior à capacidade nativa do equipamento. O termo “capacidade nativa 1080p” é, por vezes, utilizado para se referir a equipamentos com capacidade de renderizar 1080p plenamente.

Fonte:Titech

Fonte:Wikipedia