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Tudo sobre internet.

Transcendent Man (O homem transcendente) – Ray Kurzweil – Documentário Completo

Raymond Kurzweil, mais conhecido como Ray, é um inventor e cientista dos Estados Unidos. Em 1968, ainda estudante do MIT, Kurzweil fundou uma empresa que usava um programa de computador para combinar estudantes de ensino médio com universidades. Ele comparava milhares de critérios sobre cada instituição de ensino com respostas de questionários respondidos pelo próprio estudante. Aos vinte anos, vendeu sua empresa para a Harcourt, Brace & World por cem mil dólares mais royalties. Raymond recebeu BS em ciência da computação e literatura em 1970.

Ray, tem planos ousados de viver para sempre e segue uma dieta radical tomando 200 comprimidos com suplementos alimentares todos os dias. Atualmente sua principal atividade é reuniões, palestras e pesquisas sobre o momento onde atingiremos a singularidade em nosso avanço tecnológico.

Segue e-books recomendados

The Age of Spiritual MachinesThe Singularity Is NearTranscendHow to Create a Mind

Obs: leitor de Epub Mac/PC- Adobe Digital Editions

No dispositivo móvel recomendo: Bookari Free Epub PDF Leitor

Créditos: Consciência Universal

Fonte Ebooks: Avxsearch.se

Estamos vivendo numa era de inovação digital disruptiva

disruption-technologiesTecnologia disruptiva ou inovação disruptiva é um termo descrevendo a inovação tecnológica que utiliza uma estratégia “disruptiva” – para derrubar uma tecnologia ou prática existente e dominante no contexto onde estas se encontram. Disrupção é uma ruptura que surge como uma onda e cresce ao ponto de afetar dramaticamente qualquer produto ou serviço que poderá ser superado ou substituído por essa tendência.

A internet é o ambiente cuja inovação disruptiva tem sua origem

Com o aumento da velocidade dos links (conexões) de dados que chegam aos dispositivos conectados: sejam TVs digitais, Smartphones, Tablets, relógios inteligentes e aparelhos com internet embutida – os chamados IOTs (Internet of things – internet das coisas). As práticas (usos), os produtos e os serviços ofertados podem ser explorados livremente e independente de qualquer controle que antes era imposto por governos ou empresas que já atuavam nesse meio.

Exemplos de tecnologias disruptivas

Serviços

Buscador Google: busca com eficiência as informações submetidas.

Blogs: sistemas em formato de sites que possibilitam a publicação ou divulgação de informações; são gratuitos e já superam os principais sistemas de jornalismo e revistas digitais.

Redes Sociais: Facebook, Google+, Flicker, Instagran, Pinterest, etc.

Netflix: domina o streaming (fluxo contínuo de vídeo), oferece um serviço cujo preço é esmagador perto de outros canais digitais equivalentes como as TVs a cabo. No Brasil o preço da assinatura custa hoje R$ 19,90 mensal.

WhatsApp: chat em tempo real para tablets e smartphones.

Uber: é um produto e ao mesmo tempo um serviço de carona (acessado por meio de um aplicativo), cujos usuários chamam um carro particular para leva-los onde desejarem, tendo qualidade e em algumas praças, oferecem preços mais baixos do que os de taxis comuns encontrados nas principais cidades.

AirBnb: serviço de aluguel de hotéis que negocia o hotel ou pousada diretamente com o usuário por meio de um aplicativo.

Spotify: aplicativo que oferece milhões de músicas gratuitas, com a possibilidade de fazer coletâneas e compartilhar livremente nas redes sociais.

Wikipédia: um projeto de enciclopédia coletiva universal e multilíngue estabelecido na Internet sob o princípio wiki. A Wikipédia tem como objetivo fornecer um conteúdo reutilizável livre, objetivo e verificável​​, que todos possam editar e melhorar.

Ebooks: livros digitais que poder ser baixados livremente, tendo opções gratuitas e pagas.

Coursera: cursos gratuitos online para formação profissional e universitária, utilizam o método Curso Online Aberto e Massivo, do inglês Massive Open Online Course (MOOC), é um tipo de curso aberto ofertado por meio de ambientes virtuais de aprendizagem, ferramentas da Web 2.0 ou redes sociais que visam oferecer para um grande número de alunos a oportunidade de ampliar seus conhecimentos num processo de co-produção.

Produtos

Tesla Motors: carros elétricos e baterias residenciais ligadas a painéis solares.

Google e seus robôs e carros autônomos.

Apple com uma enorme variedade de produtos agregados.

Drones civis e militares que executam as mais diversas funções. Ex: robôs autônomos da Amazon para movimentar produtos em seus armazéns.

Intel e a IoT (Internet of Things – internet das coisas). Pretende conectar todo tipo de objetos como: óculos, copos, cafeteiras, camisetas, etc., na internet.

As tecnologias disruptivas vieram para ficar e os maiores beneficiários são os usuários que têm à sua disposição incontáveis opções de escolha com toda a liberdade que somente a internet pode oferecer.

Alguns exemplos de produtos que estarão em uso até 2020.

Amazon warehouse robots (Robôs no armazém da Amazon)

Humanoid Robots in Action (Robôs humanoides em ação) DARPA

Carros autônomos do Google

Korea Humanoid Robot (Robô humanoide da Coreia)

Fonte: TI Especialistas

Fonte: Wikipedia 

Fonte: Tec Hoje 

ZMOT – Conquistando o Momento Zero da Verdade

ZMOT

Clique para ler o livro diretamente – PDF. (Divulgação).

Este é um importante E-book (livro digital) que trata como o Marketing influencia nossas decisões de compra nos diversos segmentos sociais e nas várias fases de nossas vidas, principalmente no momento presente da sociedade da hipercomunicação.

ZMOT – Zero Moment of Truth (momento zero da verdade). O momento zero da verdade influencia quais marcas entram na lista de compras, onde os compradores preferem comprar e com quem podem compartilhar os resultados. Cabe a nós entrar nessa conversa neste novo momento em que as decisões são tomadas e fornecer as informações pelas quais os compradores estão ávidos de todas as maneiras.

Alguns assuntos tratados no livro

  • A jornada da decisão de compra mudou. O ZMOT é um novo acréscimo vital ao processo clássico de três etapas de estímulo, prateleira e experiência.
  • O que foi uma vez uma mensagem agora é uma conversa. Os compradores hoje encontram e compartilham suas próprias informações sobre produtos de sua própria maneira, em seu próprio tempo.
  • O boca a boca está mais forte do que nunca. Pela primeira vez na história da humanidade, o boca a boca é um meio arquivado digitalmente.
  • Nenhum MOT (moment of Truth – momento da verdade), é pequeno demais. Se os consumidores pesquisarão na Internet desde casas até assistência médica, eles também o farão com band-aids (curativos) e canetas esferográficas.
  • Os MOTs estão se encontrando. Nossos dispositivos móveis são máquinas de MOT.
    Conforme o uso de smartphones (dispositivos de comunicação inteligentes) cresce, os momentos zero, primeiro e segundo da verdade estão convergindo.

Créditos: Google

O Jeito Google de Trabalhar (Dublado HD) – National Geographic

Sinopse: Filmado nos escritórios da Google na China, Rússia e no Googleplex, sua sede no Vale do Silício, este documentário revela uma filosofia corporativa e uma postura singular entre as grandes empresas da atualidade.

Créditos: NATGEOnosferahcorp

Google vence escritores em batalha de copyright nos Estados Unidos

Copyright

O Google venceu na quinta feira 14/11/2013 uma batalha épica nos Estados Unidos, contra os autores e escritores que tiveram seus livros hackeados pelo sistema do Google. Agora o Google está livre para continuar copiando todos os livros do planeta. Esta é uma ótima notícia, pois o conhecimento precisa fluir cada vez mais pelas teias digitais.

De acordo com a corte de Nova York, onde estava sediada a ação, a cópia de trechos pelo Google para deixá-los disponíveis em buscas online constituíam uso justo dentro da lei de direitos autorais do país.
Segundo o texto final, estudantes, professores, pesquisadores poderiam encontrar mais facilmente os trechos no serviço, que mantinha consideração pelos direitos dos autores.

“Na minha opinião, Google Books é uma fonte de benefícios públicos significativos”, disse o juiz Denny Chin.

A decisão é o ponto final de uma batalha judicial que começou em 2005 – estima-se que, caso fosse condenado, o Google teria de pagar US$ 3 bilhões à Sociedade dos Autores, uma vez que a associação demandava cerca de US$ 750 por livro copiado.

Fonte: Blog Estadão

Compartilhar sinal de internet e wireless não é mais crime no Brasil

Compartilhamento de WiFiO compartilhamento aberto de sinal de wireless e internet não figura mais como crime de pirataria no Brasil. A 4ª Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, com sede em Brasília, negou por unanimidade nesta sexta-feira (13) o recurso do Ministério Público Federal (MPF) que considerava crime o compartilhamento de sinal de internet. De acordo com a decisão, a retransmissão de dados não configura “atividade clandestina de telecomunicação”.

Segundo o TRT, o compartilhamento de sinal é um “serviço de valor adicionado” e não tem relação com o crime previsto no artigo 183 da lei nº 9.472/1997, que prevê detenção de dois a quatro anos, aumentada em 50% caso haja dano a terceiros, e multa de R$ 10 mil para quem desenvolver clandestinamente atividades de telecomunicação.

De acordo com o MPF, na aquisição de um serviço de provedor de internet estão previstos os serviços de valor adicionado e de valor de telecomunicações. Por considerar a transmissão de dados uma “atividade de telecomunicação”, quem compartilhar o sinal de internet deve ser condenado pela exploração clandestina da atividade, diz o recurso.

O relator do processo, juiz Carlos D’Avila Teixeira, contestou o argumento do MPF. “A conduta narrada parece ser irrelevante jurídico-penalmente. No caso dos autos, bastou a simples instalação de uma antena e de um roteador wireless para que fosse possível a efetiva transmissão de sinal de internet por meio de radiofrequência. Portanto, a conduta do réu resume-se à mera ampliação do serviço de internet banda larga regularmente contratado, o que não configura ilícito penal.”

WiFiSegundo Teixeira, também não foi constatada nenhuma interferência nos sinais de rádio que pudesse causar prejuízos ao provedor ou a usuários do serviço. “O preceito típico-incriminador citado pela denúncia consiste na transmissão, emissão ou recepção, por fio, radioeletricidade, meios óptico ou qualquer outro processo eletromagnético de símbolos, caracteres, sinais, escritos, imagens, sons ou informações de qualquer natureza. Rigorosamente, em face da disciplina legal, não me parece ser adequada à hipótese o compartilhamento de sinal de internet.”

Agora estamos livres para gerar sinais de wireless ou transmitir a internet sem burocracia, podemos instalar potentes antenas e sermos provedores regionais sem ter a preocupação de estar agindo conta a lei. Pois se a internet contratada chegar até a nossa antena privada, nós podemos retransmitir sem qualquer penalidade legal. Isso é mais uma vitoria da liberdade de compartilhar o nosso sinal, afinal já estamos pagando por ele.

Fonte: G1

A evolução das TVs e a experiência da segunda tela

As TVs estão cada vez mais conectadas à internet um exemplo disso são as Smart TVs que realizam uma integração das tecnologias de internet com TVs de alta definição que possuem essa funcionalidade. Mas a bola da vez é outra; também tem a ver com internet, mas vai além. É a tecnologia “second screen” – do inglês, “segunda tela” – que usa os dispositivos móveis como tablets e smartphones para oferecer uma extensão do conteúdo apresentado na TV.

A aposta é grande e parece certeira. Afinal, a segunda tela não tenta criar um novo comportamento nos telespectadores, apenas aproveita uma tendência já consolidada. Diversas pesquisas ao redor do mundo dão conta que cerca de 70% das pessoas que possuem smartphones ou tablets utilizam os aparelhos enquanto assistem TV.

“A segunda tela amplia a experiência com base no conteúdo que você vê na primeira tela, ter a possibilidade de interagir, navegar, votar, comprar, recomendar, participar com os amigos. A experiência é bem ampla”, afirma Gustavo Mills, CEO da Klug TV.

Isso talvez seja o mais interessante; são inúmeras as possibilidades para enriquecer a programação da TV ou de um filme, por exemplo. No Brasil, a primeira grande experiência com a “second screen” na TV aberta foi realizada durante a Copa das Confederações.

“Durante os jogos, tudo que acontecia na tela tinha uma extensão para o usuário. Ele não precisava abrir o aplicativo e ficar tentando encontrar o conteúdo. Ele já estava disponível para ele. No momento de um gol do Neymar, por exemplo, você poderia dar a nota pro Neymar”, conta Mills.

Mas mesmo antes da bola rolar, a série “Hannibal”, sobre o famoso canibal Hannibal Lecter, utilizou os recursos da segunda tela para trazer informações extras da atração em tempo real. Enquanto o usuário assistia ao seriado, recebia detalhes sobre o fato, bastidores de cenas, relações entre os personagens e até curiosidades sobre o ator.

Nos Estados Unidos, algumas emissoras também já oferecem aplicativos para determinadas programações utilizando a “second screen”. Além de extras, os apps permitem também total integração com redes sociais, como Twitter e Facebook.

Além de você, telespectador, quem também deve ganhar – e muito – com a novidade é a publicidade. Imagine receber na tela do seu smartphone a oportunidade de comprar um acessório ou roupa que o artista estiver usando… As mulheres com certeza ficariam animadas com a ideia de comprar as mesmas roupas e joias usadas pelas atrizes de novelas em tempo real. Os trinta segundo dos comerciais também seriam estendidos para a tela do seu dispositivo com a possibilidade de compra imediata… já pensou?!

Tudo bem, mas como a “second screen” funciona? Basicamente, existem duas formas de sincronizar o conteúdo extra com o que está passando na TV. A primeira, totalmente automatizada, é através de uma marca d’água digital. Com o aplicativo aberto, o microfone do seu smartphone ou tablet capta um som emitido pela TV que só o aparelho é capaz de identificar; este é o sinal para que determinado conteúdo seja exibido na tela do seu dispositivo móvel naquele momento. A segunda maneira, indispensável para programas “ao vivo”, é a sincronização manual, na qual um operador publica determinado conteúdo quando for conveniente.

Independente da forma como for feito, o importante é a experiência do usuário. Mais uma vez, é a internet e o mundo virtual influenciando a forma como assistimos televisão. Outra novidade anunciada recentemente e que segue a mesma tendência é o Chromecast; uma espécie de pendrive que através da entrada HDMI transforma uma TV normal em um dispositivo inteligente. O dispositivo permite que através de uma rede wi-fi, você espelhe a tela do seu smartphone, tablet ou computador na tela da sua TV.

O Chromecast funciona tanto com aparelhos com sistema Android e também iOS, além do navegados Chrome para Macs e PCs. Outro diferencial do dispositivo, pelo menos nos Estados Unidos, é o preço: 35 dólares, pouco mais de 70 reais. Nada que se compare aos set top boxes (aparelhos de tv a cabo ou equivalente) já disponíveis no mercado. Infelizmente não há previsão de quando o Chromecast começará a ser vendido fora dos Estados Unidos.

O vídeo de apresentação do Chromecast mostra como é fácil de usar a novidade: depois de plugá-lo na TV, é só baixar os aplicativos para smartphone ou tablet e escolher o que assistir no Netflix, YouTube ou Google; depois, é só pressionar um botão e o conteúdo surge na TV. Realmente, ao lado do second screen, mais uma novidade para revolucionar a nossa relação com a TV.

Créditos: Olhar Digital