Qual a origem do conhecimento? A resposta é { }

Como iniciamos o conhecimento de algo?

Começamos a conhecer algo partindo de um espaço de conhecimento que podemos simbolizar pelo conjunto vazio = { }, e seguimos para um estado posterior que nos levará ao conhecimento. É por meio da lógica matemática que compreenderemos essa trajetória, segue explicações complementares.

Um porto seguro para o pensamento 

Quando algo deixa de fazer sentido, temos uma nulidade, mas quando algo começa a fazer sentido, esse início precisa de um espaço existente que sirva como um precursor válido em nossa capacidade de conhecer. Caso não exista o espaço, o conhecimento não terá início.

É necessário uma lógica bem fundada (fundamentada) para validar às afirmações e conclusões

Se as informações de uma conclusão válida já estiverem contidas em suas premissas e se as premissas forem verdadeiras, a conclusão não poderá ser falsa. A verdade produz a verdade quando a inferência é válida. Mas isso não diz que um argumento seja válido sempre que suas conclusões e premissas forem verdadeiras. Também não diz que, se um argumento é válido, suas premissas e conclusões são verdadeiras. Podemos resumir essas ideias no seguinte princípio.

Condição necessária de valor verdadeiro para argumentos válidos

Se um argumento válido tem premissas verdadeiras, então sua conclusão é verdadeira. Caso um argumento tenha premissas verdadeiras e uma conclusão falsa, esse argumento é inválido. Como declarações verdadeiras não têm consequências falsas, uma regra de inferência sólida não nos permitirá passar da verdade para a falsidade. Caso contrário, as deduções seriam incapazes de fundamentar a verdade das conclusões na verdade de suas premissas.

Em resumo: se algo não puder ser contado é nulo e não pode fazer referência ao conhecimento. Segue explicação.

Vamos elaborar as possibilidades da contagem

  • Todo conjunto finito ou vazio \displaystyle \large \varnothing é contável;
  • Todo subconjunto de um conjunto contável é contável;
  • Toda imagem de um conjunto contável por um mapeamento é contável;
  • Todo produto finito de conjuntos contáveis é contável;
  • Toda união contável de conjuntos contáveis é contável;
  • O conjunto dos subconjuntos finitos de um conjunto contável é contável;
  • O conjunto das sequências finitas de um conjunto contável é contável.

Um sólido fundamento para nosso pensamento

  • O conjunto vazio { } ou \displaystyle \large \varnothing é um conjunto bem fundado;
  • Toda coleção de conjuntos bem fundados, é bem fundada;
  • Se todo elemento de X é bem fundado, então X é bem fundado;
  • Todo elemento de um conjunto bem fundado é bem fundado;
  • Todo subconjunto de um conjunto bem fundado é bem fundado;
  • Note que para uma estrutura binária finita ser bem fundada é necessário e suficiente que essa estrutura não contenha looping (laço), ou seja, um conjunto; por exemplo, em que seu subconjunto é ele mesmo.

Qual a razão do quadro (lousa) mostrado acima estar vazio?

Está vazio (desconsidere o apagador) em razão de ainda não haver conteúdo em seu interior, quando houver esse conteúdo, espaços serão ocupados, embora o vazio ainda esteja lá conforme as regras abstrativas:

  • U’ = { } O complementar do Conjunto Universo U é o Conjunto Vazio.
  • { }’ = U O complementar do Conjunto Vazio { } é o Conjunto Universo.

As configurações do conjunto vazio \displaystyle \large \varnothing

Unicidade

Uma consequência direta do axioma da extensão é: existe um único conjunto vazio \displaystyle \large \varnothing.

Propriedades gerais

Muitas propriedades sobre conjuntos são trivialmente satisfeitas pelo conjunto vazio. Por exemplo, para mostrar que um conjunto \displaystyle \large {\displaystyle B} é subconjunto de um conjunto \displaystyle \large {\displaystyle A}, é necessário mostrar que todo elemento de \displaystyle \large {\displaystyle B} é também um elemento de \displaystyle \large {\displaystyle A}. E, logicamente, para mostrar que \displaystyle \large {\displaystyle B} não é subconjunto de \displaystyle \large {\displaystyle A}, é preciso exibir um elemento de \displaystyle \large {\displaystyle B} que não seja elemento de \displaystyle \large {\displaystyle A}. Assim, em particular, como \displaystyle \varnothing não possui elementos, não é possível mostrar que \displaystyle \large \varnothing não é subconjunto de um conjunto dado \displaystyle \large {\displaystyle A}. Logo, somos obrigados a aceitar que \displaystyle \large {\displaystyle \varnothing \subset A} qualquer que seja o conjunto \displaystyle \large {\displaystyle A}.

Tal como se argumenta em favor de que \displaystyle \large {\displaystyle \varnothing \subset A} para todo conjunto \displaystyle \large {\displaystyle A}, mostra-se que o conjunto vazio é um conjunto aberto da reta. De fato, para mostrar que \displaystyle \large \varnothing é aberto precisa-se mostrar que todo ponto de \displaystyle \large {\displaystyle \varnothing } é um ponto interior. Como \displaystyle \large {\displaystyle \varnothing } não possui pontos, não possui também pontos que não são interiores e, assim, é, por impossibilidade de prova em contrário, um aberto da reta.

Em geral, para refutar que um conjunto \displaystyle \large {\displaystyle A} não possui uma propriedade \displaystyle \large {\displaystyle p} é necessário exibir um \displaystyle \large {\displaystyle x\in A} que invalida a propriedade, isto é, tal que \displaystyle \large {\displaystyle p(x)} é falsa. Assim, como \displaystyle \large {\displaystyle \varnothing } não possui elementos, é comum não se poder mostrar que \displaystyle \large {\displaystyle \varnothing } não possui uma dada propriedade \displaystyle \large {\displaystyle p}. Dizemos que tais propriedades são verdadeiras por vacuidade (isto é, por impossibilidade de mostrar-se o contrário).

Propriedades topológicas

O conjunto vazio é aberto

De fato, por definição de topologia; ou ainda, como argumentado acima, porque não contém pontos que não sejam interiores.

O conjunto vazio é fechado

Por definição de topologia, o espaço inteiro é sempre aberto. Deste modo, como complementar de aberto é fechado, segue que o vazio é fechado. Noutros termos, um conjunto é fechado quando contém todos os seus pontos de acumulação. Como \displaystyle \large \varnothing não possui pontos, não existem sequências de pontos \displaystyle \large {\displaystyle (x_{n})_{n\in \mathbb {N} }\subset \varnothing } e, assim, \displaystyle \large \varnothing não possui pontos de acumulação e é, portanto, fechado.

O conjunto vazio é compacto

Como todo conjunto finito é compacto, \displaystyle \large \varnothing é compacto. Mais trivialmente, como \displaystyle \large \varnothing está contido em todo conjunto, em particular nos abertos, qualquer coleção finita de abertos cobre \displaystyle \large \varnothing.

O conjunto vazio é conexo

Ora, para que \displaystyle \large \varnothing fosse desconexo, seria preciso que existissem dois abertos \displaystyle \large {\displaystyle U} e \displaystyle \large {\displaystyle V} não-vazios e disjuntos tais que \displaystyle \large {\displaystyle U\cup V=\varnothing } . Agora, a união de dois conjuntos não-vazios é sempre não-vazia e, portanto, \displaystyle \large {\displaystyle U\cup V\neq \varnothing } para quaisquer abertos não-vazios \displaystyle \large {\displaystyle U} e \displaystyle \large {\displaystyle V}.

Supremo e ínfimo

Uma vez que o conjunto vazio não possui elementos, quando considerado como um subconjunto de um conjunto ordenado, todo elemento do conjunto ordenado é uma cota superior e, também, uma cota inferior para o conjunto vazio. Por exemplo, quando considerado como um subconjunto de \displaystyle \large {\displaystyle \mathbb {R}}, munido da ordem usual, todo número real é tanto uma cota superior como uma cota inferior para o conjunto vazio.

Assim, na reta real estendida, temos:

\displaystyle \large \sup \varnothing=\min (\{-\infty,+\infty\} \cup \mathbb{R})=-\infty

e

\displaystyle \large \inf \varnothing=\max (\{-\infty,+\infty\} \cup \mathbb{R})=+\infty

Teoria das categorias

Dado um conjunto \displaystyle \large {\displaystyle A} qualquer, \displaystyle \large {\displaystyle \varnothing \times A=\varnothing } e, assim, existe uma única função \displaystyle \large {\displaystyle f:\varnothing \rightarrow A}, a função vazia. Como resultado, o conjunto vazio é o único objeto inicial na categoria dos conjuntos.

Podemos ainda fazer do conjunto vazio um espaço topológico, chamado espaço vazio, definindo sobre ele a seguinte topologia: \displaystyle \large {\displaystyle \tau =\{\varnothing \}}. Este espaço topológico é o único objeto inicial na categoria dos espaços topológicos.

Conclusão: para todo espaço gerado, o \displaystyle \large \varnothing se instala automaticamente; portanto, o \displaystyle \large \varnothing é um autovetor e autovalor para todos os espaços de conhecimento!

Está quase pronto o poste sobre Espaços de Conhecimento, para expandir os estudos da aplicação de espacialidade e subespacialidade, principalmente nos sistemas educacionais. {RC}.

Referências Bibliográficas

O fim das crenças em inexistentes é inevitável

Símbolo lógico para inexistenteA humanidade vive uma fase de transição sem precedentes em nossa história, a evolução venceu a batalha contra as obscuridades e no presente momento estamos assistindo ao desmoronamento de ideologias, estados confessionais, religiões, seitas, , etc. Até mesmo a organização política da maioria dos países volta-se para a reconstrução de princípios e valores econômicos sociais.

O que são crenças em inexistentes?

 Símbolo matemático/lógico para inexistente

São coisas que partem do imaginário popular com raízes em gerações passadas, funcionam como um tipo de senso comum ou mimetismo, aceito por pessoas com pouca educação ou forçadas a aderir a determinado credo por tradições familiares, políticas ou culturais – mesmo que seu nível educacional seja elevado – sem o devido questionamento ou provas, tornando-se refém de valores e práticas que na maioria das vezes é cruel, arbitrário e principalmente retrógradoEx: terra plana, cura quântica, deus, deuses, ets, espíritos, fantasmas, divindades, infalibilidade, regimes políticos insustentáveis (os regimes da Síria e Venezuela, são exemplos típicos), etc.

E o que são existentes?

∃  Símbolo matemático/lógico para existente

São coisas reais definidas como tal: sejam espaciais, energéticas, físicas, locais ou não locais, materiais, etc.  Ex: buracos negros, radiação eletromagnéticas, átomos, moléculas, partículas elementares, partículas e ondas gravitacionais, vácuo quântico, espaço-tempo, subespaços, estados da matéria, cognição, redes neurais biológicas, cibernéticas e principalmente as IAs (inteligências artificiais).

Qual a diferença entre Existente e Inexistente?

A lógica é imprescindível (necessária) neste caso, os existentes retornam algo válido/verificável e quando não existem, não podem retornar informações. Ex: um estado de entrelaçamento quântico entre duas partículas elementares, ao deixarmos uma delas aqui na terra em algum laboratório e levarmos sua parceira ao espaço (na órbita da terra), qualquer alteração em uma será manifestada pela outra. Caso mudarmos o Spin (giro) da partícula em órbita, sua parceira em terra receberá essa mesma ação e mudará o giro (spin) e vice-versa. E, mesmo que não saibamos como a comunicação ocorre, essa fenomenologia é expressiva, válida e detectável. Em 2016 cientistas chineses provaram via experimento o teletransporte quântico pela primeira vez. Segue comentários do experimento de teletransporte quântico: “Quantum teleportation across a metropolitan fibre network – Pdf

Crer em divindades é crer em inexistentes – saiba o motivo!

Digamos que você acredita em “Deus”, isso te obriga a aceitar como verdade o pacote: afirmações, proposições, induções; em coisas, fruto de tradições antepassadas, mesmo na impossibilidade em determinar a existência dessa entidade, se não pudermos determinar a existência, o produto da crença torna-se também um inexistente: a divindade em questão jamais atenderá qualquer pedido, prece, devoção, etc. Sic: https://rcristo.com.br/2017/03/15/como-atingir-a-razao-esclarecida-sobre-nossas-crencas-valores-e-interpretacoes-da-realidade/

O produto ou contrapartida da crença em inexistentes: PCI = ∄ é inexistente!

Fique atento: a intenção pode ser boa mas o resultado é péssimo, você não poderá fugir das leis da física, não importa em que acredite! Acreditar em deus (ou divindades e derivados) terá o mesmo efeito da compra de um belo Smartphone pela internet e quando a caixa chegou estava vazia, imagine a frustração!? Caso alguém tenha caído nessa pegadinha, foi: acreditado, confiado, seduzido por ofertas (promessas, rótulos simbolizando o aparelho) de um vendedor/site espertinho, na certeza de ganhar seu sofrido dinheirinho, em razão da crença na foto ou valor irreal de algo que não existe.

Consequências devastadoras da crença em inexistentes

No geral as pessoas não imaginam que uma simples atitude possa significar vida/morte ou decepção, dependendo da profundidade da crença adquirida: segue alguns exemplos:

  • Coronavírus – está dizimando as populações humanas, é imune às crenças, fé, deus, etc. Quem acredita que ir a um templo poderá ficar salvo, saiba que é uma péssima atitude. A razão é bem simples: o coronavírus existe (podemos velo ao microscópio eletrônico); entretanto, a sua fé não poderá fazer nada contra ele. A fé é um vazio que irá te levar a um local onde o vírus estará e poderá infectar você. As consequências podem ser fatais.
  • Terra Plana – é uma das crenças mais absurdas, sendo contrária às próprias leis da física (é contra intuitivo), mas no Brasil em 2019, uma pesquisa entrevistou 2.086 pessoas (de 16 anos ou mais) em 103 cidades do País. Entre elas, 90% afirmaram que a Terra é redonda. Ou seja, o número de pessoas que apoiam o fato científico do planeta ser uma esfera é grande, mas o número de terraplanistas vêm crescendo. Principalmente entre os mais jovens, menos escolarizados e cristãos. O levantamento aponta que a ideia do terraplanismo é apoiada por 7% dos brasileiros com menos de 25 anos. A porcentagem cai para 4% na faixa etária entre 35 e 44 anos. O valor em números passa de 11 milhões de pessoas que afirmam que nosso planeta é plano. Fonte: https://www.huffpostbrasil.com
  • Proibição da doação de sangue – muitas seitas e religiões proíbem seus membros/seguidores/fiéis doarem ou receberem sangue de terceiros, isso é devastador para a pessoa que sofre um acidente, está numa UTI e precisa da doação, pode falecer por ignorâncias desses grupos ou dos próprios familiares.
  • Proibir as crianças de receber às vacinas (obrigatórias) – mais uma atitude ilegal e colocará em risco os jovens e adultos.
  • Ignorar as responsabilidades perante a sociedade ou comunidade – as pessoas não assumem a responsabilidade por seus atos e delegam os erros cometidos aos pecados (inventados ou amparados), tentando se redimir por meio da crença, isso é um absurdo e deveria ser banido de nossa sociedade e até mesmo da constituição.
  • Fazer agradecimento aos inexistentes sempre que algo bom é realizado – agradecer a Deus por ter se salvado de um acidente, pela conquista de um prêmio ou por ter se curado de uma doença é o mesmo que tirar os créditos daqueles que sãos os responsáveis diretos por essas conquistas: a evolução e natureza pelo fato de você estar vivo, aos pais/familiares/amigos/professores/profissionais; em razão de terem sido seus tutores, auxiliado em sua recuperação, se esforçado pelo seu progresso. Li diversas teses cujos alunos agradecem a inexistentes em lugar de dar os devidos créditos a quem realmente merece. Isso é resultado da precariedade de nosso sistema educacional, uma pergunta que precisamos fazer aos examinadores de TCCs (trabalhos de conclusão de cursos): por que deixaram isso acontecer?
  • STF decide que sacrifício de animais em cultos religiosos é constitucional, sic: https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/brasil/2019/03/29/interna-brasil,746078/stf-decide-sacrificio-de-animais-em-cultos-religiosos-constitucional.shtml
  • Obs: fazer leis para apoiar práticas religiosas retrógradas é típico do profundo atraso vivenciado em nosso país. O STF apoia a ignorância como lei. Lamentável.

Outra certeza inegável é a morte, não importa no que acreditamos: nosso corpo irá para o túmulo ou crematório; portanto, vamos desaparecer (deixar de existir) da forma como nascemos no universo atual. Quanto a isso não há a menor dúvida; não existe céu ou inferno, somente existências, pense nisso e viva a vida o máximo que puder.

Fontes: Arxiv.org, Wikipedia, Technologyreview, Huffpostbrasil, Correiobrazilience

Criacionismo: A Origem das Espécies Religiosa

O criacionismo é uma farsa que alimenta a ignorância do povo dominado pelas religiões, a ciência está descobrindo cada vez mais evidências contrárias ao criacionismo, tanto dentro quanto fora de nosso planeta.

Discursus: A filosofia e seus meios

O criacionismo é a teoria da origem das espécies animais e vegetais defendida pelas religiões judaica, católica e muçulmana. De acordo as teses criacionistas, cada uma das espécies de seres vivos teria surgido do nada por intermédio de deus. Como justificativa do modo de aparecimento da vida na Terra, os fundamentalistas dessas religiões apelam para crença cega nos mitos e lendas sobre a criação narrados nos Gênesis.
No século XIX, essa doutrina encontrou sustentação por parte de cientistas antievolucionistas do porte do naturalista francês Georges Léopold Chrétien Frédéric Dagobert, o barão Cuvier (1769-1832), fundador da paleontologia, que considerava os fósseis de seres vivos instintos como remanescentes de eras antigas, interrompidas por catástrofes. Hipótese semelhante a de outro geólogo francês, seu discípulo, Alcide d’Orbigny (1802-1857), que identificou 28 ocorrências de desastres naturais que aniquilaram, no passado distante, a vida na superfície do planeta. Eles acreditavam que o dilúvio descrito na

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Niilismo otimista – Troque valores duvidosos por reais e viva melhor – Ótimo 2018!

Se você tem dúvidas sobre as questões: o que é vida, qual a origem dos cosmos, existe vida após a morte, o que é consciência, algum dia teremos políticos honestos (rsrsrs), etc. Não se preocupe, procure a resposta na ciência, vá a fundo em temas complexos e poderá fazer um comparativo do ensinamento recebido no decorrer da vida e notará falhas interpretativas, causadas principalmente pela educação insuficiente – ou falta dela – de nossos pais, avós, professores, educadores, cultura, faculdades, universidades, grupos de estudo, seitas, religiões,  etc. Cada um afirmou e passou um pedacinho de suas crenças, valores e noções a respeito do mundo ao nosso redor e das coisas que estão fora da nossa compreensão.

A interpretação errônea sobre a realidade (vieses) causou desajustes na humanidade e demorará décadas ou séculos para que seja corrigida e dissipada. O Brasil é um caso típico, cuja população em sua maioria ainda acredita em coisas que não existem – uma constante no imaginário coletivo e cultural -, contrárias às descobertas científicas (claras e objetivas), que circulam na internet e vimos estampados a todo momento nos meios de comunicação em massa (rádio, tv, shows, etc).

Não importa no que você acredite hoje, coloque à prova o que aprendeu, nunca parece de estudar, procure compreender os avanços recentes em Inteligência Artificial, robótica, tecnologias, criptomoedas; sua mente ganhará mais afinidade com assuntos, até então, difíceis de imaginar ou conceber. Ex: tente calcular quantos átomos há em um grão de areia?

Ótimo 2018! Novas perspectivas e muita vontade de aprender.

Crédito vídeo: Kurzgesagt – In a Nutshell

Pense com clareza – Lógica e simbologia matemática – Ebooks inclusos

Pensar com clareza
Créditos imagem: Biblioteca Virtual de Antropologia.

Pensar com clareza não é fácil, a dificuldade principal reside em nossos vieses cognitivos pré-carregados com informações inválidas ou pouco compreendidas a respeito de qualquer assunto. Ex: Deus existe? A resposta não pode vir das religiões e muito menos de seus representantes (há pouca clareza em suas afirmações) então recorremos à cosmologia, física e ciências para darmo-nos a resposta correta: é uma indeterminação que em última análise pode ser resolvida com a anulação lógica da questão via aplicação da fórmula que desenvolvi para limpar nossas redes neurais: {Deus=Null}.

Quando tomamos contato com algum assunto a primeira impressão consiste na utilização do viés cognitivo, uma interpretação que podemos chamar hermenêutica ou senso comum, ao aprimorarmos o foco e conhecimento sobre determinado tema com a utilização de técnicas precisas e melhor elaboradas via aplicação de métodos analíticos: classificação, qualificação e disposição de dados; podemos chamar episteme.
Fiz uma compilação de dados que considero pertinentes aos temas postados e analisados neste blog, o primeiro passo é aprender a reconhecer e posteriormente usar a simbologia lógica e matemática ampla e complexa; segue a lista dos principais símbolos matemáticos e lógicos comumente usados nos assuntos epistemológicos.
Símbolos matemáticos
Símbolo Significado Símbolo Significado
Conjunto de números Naturais 𝛼− Α Alfa
Conjunto de números Inteiros 𝛽− Β Beta
Conjunto de números Racionais 𝛾− Γ Gama
Conjunto de números Reais 𝛿− Δ Delta
Conjunto de números Complexos 𝜀−Ε Épsilon
União de Conjuntos 𝜁− Ζ Zeta
Intersecção de Conjuntos 𝜂− Η Eta
Está contido 𝜃− Θ Teta
Está contido ou É igual a 𝜄− Ι Iota
Não está contido 𝜅− Κ Capa
Contém 𝜆− Λ Lambda
Contém ou É igual a 𝜇− Μ Mu
Não contém 𝜈− Ν Ni
Diferença de Conjuntos 𝜉− Ξ Csi
Pertence 𝜊− Ο Ómicron
Não Pertence 𝜋− Π Pi
[𝑎,𝑏] Intervalo Fechado 𝜌− Ρ
]𝑎,𝑏[ Intervalo Aberto 𝜎− Σ Sigma
{𝑎,𝑏,𝑐} Conjunto de Elementos 𝜏− Τ Tau
∅ ou { } Conjunto Vazio 𝜐− Υ Ípsilon
+ Adição 𝜑− Φ Fi
Subtração 𝜒− Χ Qui
÷ Divisão 𝜓− Ψ Psi
× Multiplicação 𝜔− Ω Ómega
± Mais ou Menos
< Menor que Ângulo
Menor ou igual que Amplitude
> Maior que ° Grau
Maior ou igual que Minuto
Equivalente ’’ Segundo
Implica que Perpendicular a
= Igual a Paralelo a
Diferente de m.d.c. Máximo Divisor Comum
Aproximadamente Igual m.m.c. Mínimo Múltiplo Comum
Idêntico a sin() Seno
Σ Somatório cos() Cosseno
Π Produto tan() Tangente
Integral cot() Cotangente
Gradiente 𝑣⃗ Vetor
E (operador lógico) ‖𝑣⃗‖ Norma
Ou (operador lógico) |𝑥| Valor Absoluto (módulo)
Existe log𝑎() Logaritmo de base a
Não Existe ln() Logaritmo Natural (de base e)
Para Todo log() Logaritmo Decimal (de base 10)
~ Negação 𝑓(𝑥) Função
¬ Negação 𝑓′(𝑥) Função Derivada (primeira derivada)
: Tal Que 𝐷𝑓 Domínio
Então 𝐷′𝑓 Contradomínio
Porque 𝑓−1 Função Inversa
c.q.d. Como Queríamos Demonstrar 𝑓∘𝑔 Função Composta (f após g)
Infinito lim () Limite
Raiz Quadrada 𝑥→𝑎 x Tende para a
Raiz Cúbica 𝜋 Pi, 𝜋=3,14159265359…
! Fatorial 𝑒 Constante de Euler, 𝑒=2,7182…
% Percentagem Φ Número de Ouro, Φ=1,6180…
Permilagem  (x 1000) 𝑖 Unidade Imaginária, 𝑖2=−1
Grau Fahrenheit 𝑅𝑒(z) Parte Real de um Complexo
Grau Celcius 𝐼𝑚(z) Parte Imaginária de um complexo
Null Nulo Baixe este gabarito em => PDF

Como adquirimos conhecimento?

Por intermédio de duas situações

Kant
Créditos imagem: Oficina Kantiana.

A priori: o conhecimento que não depende da experiência – em tese! Ex: 5 + 5 = 10, uma ideia, espaço e tempo, etc.

A posteriori: o conhecimento que depende da experiência – empírico! Ex: ao perguntar para alguém o que há dentro da caixa sobre a mesa, há duas respostas que dependem da experiência para que seja possível chegar a esse conhecimento: se a caixa for transparente, o sentido da visão será suficiente para essa conclusão, se a caixa não for transparente, é necessário abri-la para saber o que há dentro.
No entendimento de Kant: “no tempo, pois, nenhum conhecimento precede a experiência, todos começam por ela.” demonstrando que todo conhecimento inicia com a experiência, porém não é porque iniciou com a experiência que dela deva depender; “consideraremos, portanto, conhecimento “a priori”, todo aquele que seja adquirido independentemente de qualquer experiência. A ele se opõem os opostos aos empíricos, isto é, àqueles que só o são “a posteriori” – quer dizer – por meio da experiência.”
Desta forma o conhecimento “a priori” faz parte da razão pura, é universal e necessário, por exemplo: o triângulo possui três lados.” Esta frase nos faz entender que em qualquer lugar do universo e sob quaisquer circunstâncias o triângulo possui três lados, assim como: todo corpo possui massa; ou seja, são casos universais e necessários, sendo o que são em qualquer lugar.
Já o conhecimento “a posteriori” é contingente (pode ou não pode ser), pois depende do fenômeno empírico para ser o que é, dependente da experiência e dela é originado, enquanto o conhecimento “a priori” é originado na experiência, mas não dependente dela.
Lembrando que os conhecimentos: “a priori” e “a posteriori” servem apenas para conhecimento das coisas que estão no âmbito da física e não metafísica, e ainda que não possamos conhecer as coisas como são em si, mas apenas como aparecem a nós.
Conclusão: jamais conheceremos o cosmos diretamente como realmente é, obteremos apenas versões aproximadas da realidade física.
Ebooks necessários para o aprimoramento do estudo da matemática básica e lógica

Universidade de Latvia
Introduction to Mathematical Logic
Hyper-textbook for students
by Vilnis Detlovs, Dr. math.,
and Karlis Podnieks, Dr. math.
Institution: University of Latvia
Department: Faculty of Computing, Institute of Mathematics and Computer Science. Obs: clique na imagem para acesso direto ao Ebook em Pdf.

Assuntos importantes que são tratados neste Ebook

WARNING! ATENÇÃO!
In this book, predicate language is used as a synonym of first order language formal theory. Neste livro, linguagem predicada é usada como sinônimo de linguagem de primeira ordem.
Formal theory Teoria formal
As a synonym of formal system, deductive system. Como sinônimo de sistema formal, sistema dedutivo.
Constructive logic Lógica Construtiva
As a synonym of intuitionistic logic. Como sinônimo de lógica intuicionista.
Algorithmically solvable Solvável por meio de algoritmos
As a synonym of recursively solvable. Como sinônimo de recursivamente solvável.
Algorithmically enumerable Enumerável por meio de algoritmos
As a synonym of recursively enumerable. Como sinônimo de numerável recursivamente.

Universidade de Latvia
What is Mathematics Gödel’s Theorem and Around
Hyper-textbook for students
by Karlis Podnieks, Professor
Obs: clique na imagem para acesso direto ao Ebook em Pdf.

Fonte Ebooks: Universidade Latvia
Créditos: Karlis Podnieks Oficina Kantiana

The Future of Humanity (O futuro da Humanidade) – Com Yuval Noah Harari

Obs: caso a legenda em português não apareça, clique no ícone legenda na área inferior do vídeo para ativá-la, em seguida clique na engrenagem: escolha a opção Legendas e Português(Brasil).

Ao longo da história houve muitas revoluções: na tecnologia, economia, sociedade, política. Mas uma coisa sempre permaneceu constante: a própria humanidade. Ainda temos os mesmos corpos, cérebros e as mesmas mentes que nossos antepassados na China antiga ou na Idade da Pedra. Nossas ferramentas e instituições são muito diferentes das do tempo de Confúcio, mas as estruturas profundas do corpo humano e da mente permanecem as mesmas. No entanto, a próxima grande revolução da história mudará isso. No século XXI, haverá constantes inovações na tecnologia, economia, política. Mas, pela primeira vez na história, a própria humanidade também sofrerá uma revolução radical, não somente em nossa sociedade e economia, mas nossos corpos e mentes serão transformados por novas tecnologias como engenharia genética, nanotecnologia, realidade virtual, realidade expandida e interfaces cérebro-computador. Yuval Noah Harari tem um doutorado em História pela Universidade de Oxford e agora leciona no Departamento de História na Universidade Hebraica em Jerusalém, especializada em História Mundial. Autor do livro Sapiens: Uma Breve História da Humanidade, publicada em 2014, ficou na lista de best-sellers do Sunday Times por mais de seis meses em brochura, foi um dos mais vendidos do New York Times e publicado em quase 40 idiomas no planeta.

Livros do autor disponíveis livremente na internet

Uma breve história da humanidade
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Homo Deus
Clique na imagem e leia diretamente em Epub.

Baixar outros formatos acesse:

Link Homo Deus
Link Sapiens

Comentários sobre o autor e seus livros no Blog: Fernando Nogueira Costa.

Para leitura de livros digitais em seu Smartphone ou Tablet segue um ótimo app:

Bookari Free Android: Loja Google Play
Bookari Free IOS: Loja Apple Store

Fontes: The Royal InstitutionLê Livros

Como atingir a razão esclarecida sobre nossas crenças, valores e interpretações da realidade!

A interpretação dada pelas religiões ao cosmos, sem exceções, está equivocada. Este equívoco é a tentativa de apresentar um subterfúgio (fé?!), via imposição de uma fonte geradora de salvação (ficção – não realidade) ou salvador (fictício – irreal), cuja finalidade é induzir ao pensamento humano algo além da compreensão. Esse além (absurdo) é exatamente aonde o conhecimento não chegou, uma metafísica.

Até mesmo dentro da física encontramos limites que não podem ser excedidos, ex: não sabemos o que há dentro dos buracos negros, não sabemos como é a física no interior de uma singularidade. A metafísica tenta explicar o que nem mesmo a física consegue, neste caso, é fácil cair nos paradoxos; entretanto, não significa que nosso pensamento esteja limitado, não está, o limite aqui é puramente interpretativo.

E se perguntarmos o que é o conhecimento? É a aproximação de nossas crenças, conceitos e proposições com as razões sobre o mundo ao nosso redor!

Neste momento chegamos na {0} origem de nossas dúvidas com relação ao que pode ser conhecido. No substantivo conhecimento temos dois elementos básicos: o sujeito (cognoscente) e o objeto (cognoscível); o cognoscente é o indivíduo capaz de adquirir conhecimento ou possui a capacidade de conhecer, o cognoscível é o que se pode conhecer.

E o que é uma verdade? É a junção de nossas crenças, proposições, opiniões, etc, com a realidade! Uma verdade é uma justificativa aceitável, uma prova, razão, como síntese podemos chamar de existência.

E ao perguntarmos: existe uma verdade absoluta, superior? A resposta é não! Não existe! É uma falácia; a razão é simples: existem conjugados verdadeiro/falso atribuídos a todos os existenciais.

Usamos a hermenêutica para interpretar/qualificar (múltiplas versões) do mundo ao nosso redor, mas é com o auxílio da episteme (conhecimento da natureza), que torna-se possível a compreensão elaborada das coisas. Para ir ao fundo, precisamos saber que a distinção: “a priori/a posteriori é epistemológica”, “analítica/sintética” é linguística e “necessário/contingente” é metafísica. Estas são as proposições apresentadas, vamos colocá-las em confronto com as religiões.

As religiões afirmam: existe uma verdade absoluta = Deus!

Afirmam que o cosmos teve origem ou princípio nessa ideia – afirmam ainda – essa verdade absoluta pode ser atingida lendo um livro chamado bíblia, por meio da fé (vendar os olhos e seguir o rumo dos acontecimentos). O que todas as religiões e seus praticantes não sabem é que a base desse conhecimento é apenas hermenêutica (versões da mesma interpretação – certo/errado, bem/mal, verdadeiro/falso), proposições cujas fontes ou origens são redundantes ou arbitrárias.

Mas isso é um equívoco monumental, é impossível existir uma verdade que se sobreponha em todas as outras – não há verdade máxima, nem verdade absoluta – por conseguinte, é impossível chegar a uma conclusão da existência de Deus!

No confronto do que sabemos ou podemos aprender, obtemos múltiplas respostas, múltiplas afirmações/negações = múltiplas interpretações!

Deus é uma ideia que foi posta em um livro: a bíblia e depois abduzida (imposta) na memória das pessoas no decorrer de milênios, cujo objetivo é induzir afirmações equivocadas a partir apenas de uma ideia (redundância/tautologia), na tentativa de conduzir às pessoas para uma condição moral arbitrária (servindo como fundamento para castas manterem a dominação sobre os menos favorecidos, ex: igrejas, seitas, credos, culturas, etc.) e contrárias à razão esclarecida. Como não existe uma verdade absoluta, o resultado é um inexistente =Sic: O fim das crenças em inexistentes é inevitável – redundante e sem meios de evoluir para uma condição posterior e natural, isso causa abusos doutrinários/opressores sobre aqueles cuja educação não foi capaz o suficiente de torná-los imunes a essa pseudoverdade! Escrevi uma fórmula para anular essa ideia e voltar o pensamento ao estado puro e livre: {Deus=Null ou Deus=} uma fórmula básica cujo objetivo é limpar a memória desse vírus que gera redundância, sofrimento, ignorância nas pessoas menos esclarecidas.

Referências: Wikipedia, dicionário online português

Transcendent Man (O homem transcendente) – Ray Kurzweil – Documentário Completo

Raymond Kurzweil, mais conhecido como Ray, é um inventor e cientista dos Estados Unidos. Em 1968, ainda estudante do MIT, Kurzweil fundou uma empresa que usava um programa de computador para combinar estudantes de ensino médio com universidades. Ele comparava milhares de critérios sobre cada instituição de ensino com respostas de questionários respondidos pelo próprio estudante. Aos vinte anos, vendeu sua empresa para a Harcourt, Brace & World por cem mil dólares mais royalties. Raymond recebeu BS em ciência da computação e literatura em 1970.

Ray, tem planos ousados de viver para sempre e segue uma dieta radical tomando 200 comprimidos com suplementos alimentares todos os dias. Atualmente sua principal atividade é reuniões, palestras e pesquisas sobre o momento onde atingiremos a singularidade em nosso avanço tecnológico.

Segue e-books recomendados

The Age of Spiritual MachinesThe Singularity Is NearTranscendHow to Create a Mind

Obs: leitor de Epub Mac/PC- Adobe Digital Editions

No dispositivo móvel recomendo: Bookari Free Epub PDF Leitor

Créditos: Consciência Universal

Fonte Ebooks: Avxsearch.se

Requiem for the American Dream (O fim do sonho americano) – Noam Chomsky

Neste importante documentário apresentado por um dos mais aclamados intelectuais de nosso tempo “Noam Chomsky“, relata como a riqueza e influência se concentraram nas mãos de poucos nos Estados Unidos. (Legenda: Português).

Obs: também pode ser assistido no Netflix.

OS DEZ PRINCÍPIOS DA CONCENTRAÇÃO DE RIQUEZA E PODER

  1. Reduzir a Democracia
  2. Moldar a ideologia
  3. Redesenhar a economia
  4. Deslocar o fardo de sustentar a sociedade para os pobres e classe média
  5. Atacar a solidariedade
  6. Controlar os reguladores
  7. Controlar as eleições
  8. Manter a ralé na linha
  9. Fabricar consensos e criar consumidores
  10. Marginalizar a população

Créditos: Vimeo

FATOS CONTRA MITOS – NÓS USAMOS APENAS 10% DO NOSSO CÉREBRO E EVOLUÇÃO E APENAS UMA TEORIA

A teoria da evolução é um fato comprovado por experimentos continuamente. Nós utilizamos todo o potencial cerebral. Os fatos permanecem, mas o que consideramos verdades podem mudar, não há nada estático no universo…

Mesmo que a argumentação non-sense seja predominante, você não tem que aceita-la.

Sem título

Mito: Os seres humanos usam apenas 10% de seus cérebros.

Fato: Estudos de neuroimagem funcional revelaram que usamos a maioria do nosso cérebro, só não tudo de uma vez. Uma analogia para explicar a atividade cerebral é o uso de energia elétrica em uma casa. Uma casa puxa uma certa quantidade de energia apenas para a operação de coisas fundamentais para as coisas que usam energia, como detectores de fumaça, luzes, carregadores, relógios, telefones sem fio, etc. Algumas luzes, um computador, uma TV, e uma célula de carga de telefone estão extraindo energia da rede, apenas uma pequena porcentagem da capacidade total da casa está em uso. Mas se o ar condicionado, máquina de lavar e secar roupa, geladeira compressor, muitas luzes, vários eletrodomésticos e vários dispositivos são também usados, então muito mais do potencial energético da…

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