Arquivo da categoria: Educação

Como atingir a razão esclarecida sobre nossas crenças, valores e interpretações da realidade!

A interpretação que as religiões fazem sobre o cosmos, sem exceções, está equivocada. Este equívoco é a tentativa de apresentar um subterfúgio (fé?!), via imposição de uma fonte geradora de salvação (ficção – não realidade) ou salvador (fictício – irreal), cuja finalidade é induzir o pensamento humano para algo além da compreensão. Esse além (absurdo) é exatamente onde o conhecimento ainda não chegou, uma metafísica.

Até mesmo dentro da física encontramos limites que não podem ser excedidos, ex: não sabemos o que há dentro dos buracos negros, não sabemos como é a física no interior de uma singularidade. A metafísica tenta explicar o que nem mesmo a física consegue, neste caso, é fácil cair nos absurdos.

E se perguntarmos o que é o conhecimento? É a aproximação de nossas crenças, conceitos e proposições com as razões sobre o mundo ao nosso redor!

Neste exato momento chegamos no ponto {.} ou origem de nossas dúvidas com relação ao que pode ser conhecido. No substantivo conhecimento temos dois elementos básicos: o sujeito (cognoscente) e o objeto (cognoscível); o cognoscente é o indivíduo capaz de adquirir conhecimento ou possui a capacidade de conhecer, o cognoscível é o que se pode conhecer.

E o que é uma verdade? É a junção de nossas crenças, proposições, opiniões, etc., com a realidade! Uma verdade é uma justificativa aceitável, uma prova, razão; como síntese podemos chamar de existência.

E ao perguntarmos: existe uma verdade absoluta, superior? A resposta é não! Não existe! Isso é falácia; a razão é simples: existem conjugados verdadeiro/falso que não podem ser atribuídos a uma única partícula representativa no universo de nosso discurso.

Usamos o que chamamos de hermenêutica para interpretar/qualificar (múltiplas versões) o mundo ao nosso redor, mas é com o auxílio da episteme (conhecimento da natureza), que se torna possível a compreensão elaborada dessas coisas. Para ir à fundo, precisamos saber que a distinção: “a priori/a posteriori é epistemológica”, “analítica/sintética” é linguística e “necessário/contingente” é metafísica. Estas são as proposições apresentadas, vamos colocá-las em confronto com as religiões.

As religiões afirmam: existe uma verdade absoluta = Deus!

Afirmam que o cosmos teve origem ou princípio nessa ideia – afirmam ainda – essa verdade absoluta pode ser atingida lendo um livro chamado bíblia, por meio da fé (vendar os olhos e seguir o rumo dos acontecimentos). O que todas as religiões e seus praticantes não sabem é que a base desse conhecimento é apenas hermenêutica (versões da mesma interpretação – certo/errado, bem/mal, verdadeiro/falso), proposições cujas fontes ou origens são redundantes e arbitrárias.

Mas isso é um equívoco monumental, é impossível existir uma verdade que se sobreponha a todas as outras – não há verdade máxima, nem verdade absoluta -; por conseguinte, é impossível chegar no conhecimento do que chamamos Deus!

No confronto do que sabemos ou podemos aprender, obtemos múltiplas respostas, múltiplas afirmações/negações = múltiplas interpretações!

Deus é uma ideia que foi posta em um livro: a bíblia e depois abduzida (imposta) na mente das pessoas no decorrer de milênios, cujo objetivo é induzir todo tipo de afirmações equivocadas a partir apenas de uma ideia (redundância/tautologia), na tentativa de conduzir as pessoas para uma condição moral arbitrária (servindo como fundamento para as castas manterem a dominação sobre os menos favorecidos, ex: igrejas, seitas, credos, etc.) e contrária à razão esclarecida. Como não existe uma verdade absoluta, o resultado é um vazio { }, redundante e sem meios de evoluir para uma condição posterior e natural, isso causa todo tipo de abuso doutrinário/opressor sobre aqueles cuja educação não foi capaz o suficiente de torna-los imunes a essa pseudo-verdade!

Escrevi uma fórmula para anular essa ideia e voltar o pensamento ao estado puro e livre: {Deus=Null}. Uma fórmula básica cujo objetivo é limpar a mente desse vírus que gera redundância e sofrimento para mentes menos esclarecidas.

Referências: Wikipedia, dicionário online português

Métodos de Análise Econômica 2016

Métodos e Instrumentos de análise de conjuntura econômica. Indicadores de instituições nacionais e multilaterais. Conhecimento de fontes de informações e uso de banco de dados. Busca da simplicidade em complexidade de grandes planilhas Excel. Apresentação em PowerPoint dos resultados de pesquisas empíricas: organização conceitual de dados e informações….

Cidadania & Cultura

UnicampUNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS

Instituto de Economia

CE-542 – MÉTODOS DE ANÁLISE ECONÔMICA V

2º semestre de 2016

Prof. Dr. Fernando Nogueira da Costa

Ementa: Métodos e Instrumentos de análise de conjuntura econômica. Indicadores de instituições nacionais e multilaterais. Conhecimento de fontes de informações e uso de banco de dados. Busca da simplicidade em complexidade de grandes planilhas Excel. Apresentação em PowerPoint dos resultados de pesquisas empíricas: organização conceitual de dados e informações.

Horário: segunda-feira e quarta-feira no mesmo horário (8:00-10:00). Reservada a Sala IE-12.

Bibliografia:

Fernando Nogueira da Costa – Ensino e Pesquisa em Economia

TDIE 261 Economia Interdisciplinar

TDIE 263 Arte da Economia

Fernando Nogueira da Costa – Formação do Economista no Brasil Contemporâneo

Programa:

PARTE I: MÉTODOS E INSTRUMENTOS DE ANÁLISE DE CONJUNTURA ECONÔMICA

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Requiem for the American Dream (O fim do sonho americano) – Noam Chomsky

Neste importante documentário apresentado por um dos mais aclamados intelectuais de nosso tempo “Noam Chomsky“, relata como a riqueza e influência se concentraram nas mãos de poucos nos Estados Unidos. (Legenda: Português).

Obs: também pode ser assistido no Netflix.

OS DEZ PRINCÍPIOS DA CONCENTRAÇÃO DE RIQUEZA E PODER

  1. Reduzir a Democracia
  2. Moldar a ideologia
  3. Redesenhar a economia
  4. Deslocar o fardo de sustentar a sociedade para os pobres e classe média
  5. Atacar a solidariedade
  6. Controlar os reguladores
  7. Controlar as eleições
  8. Manter a ralé na linha
  9. Fabricar consensos e criar consumidores
  10. Marginalizar a população

Créditos: Vimeo

O Bom Livro de A. C. Grayling – uma bíblia sem Deus

O bom Livro

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A. C. Grayling, professor de filosofia da Universidade de Londres, escreveu “O Bom Livro: Uma Bíblia Secular, pode ser baixado ao clicar na capa do mesmo ao lado, é uma coletânea de textos escritos pelos maiores pensadores e intelectuais da humanidade, tais como: Demóstenes, Confúcio, Aristóteles, Isaac Newton e, não podia faltar, Charles Darwin. Assim como na bíblia cristã, a obra de Grayling começa no Gênesis e segue para Lamentações e Provérbios, tudo organizado em capítulos e versos.

“A estrutura bíblica é convidativa e acessível. O leitor pode escolher trechos ou seções para ler separadamente”, diz o autor.

Porém, nas 591 páginas da obra de Grayling não há sequer uma menção à palavra “Deus” ou qualquer outra referência divina. O autor acredita que há pensamentos profundos e sérios sobre o bem nas grandes tradições não-religiosas que seriam mais humanos e vivíveis — sem estar sob o comando de uma autoridade.

OS 10 MANDAMENTOS ATEUS

1. Ame bem
2. Busque o bem em todas as coisas
3. Não faça mal aos outros
4. Pense por si mesmo
5. Assuma responsabilidade
6. Respeite a natureza
7. Faça o seu melhor
8. Seja informado
9. Seja bondoso
10. Seja corajoso – ao menos tente sinceramente

O bom livro foi escrito com base em mais de mil textos, de várias centenas de autores, e também coleções e tradições anônimas, dentre os mais usados:

Albulfazl, Ésquilo, Anacreonte, Antístenes, antologia grega, Aristóteles, Aurélio, Bacon, Baudelaire, Bayle, Bantham, Beyle, Boyle, Buonarotti, Carvaka, Catão, Catulo, Chaucer, Chesterfield, Cícero, Clemens, Condillac, Condorcet, Confúcio, Constant, Chowley, Cowper, Cui Hao, d’Alembert, Darwin, Demóstenes, d’Holbach, Diderot, Dryden, Du Fu, Emerson, Epiteto, Epicuro, Eurípides, folclore, Gellius, Godwin, Goethe, Grayling, Hafiz, Harrington, Hazlitt, Heródoto, Herrick, Hobbes, Homero, Horácio, Hume, Huxley, Jefferson, Jonson, Juvenal, Kant, Kautilya, Lao Zi, lendas, Libai, Liu Yuxi, Locke, Lovelace, Lucrécio, Lysias, Maquiavel, Marmontel, Marcial, Menandro, Mêncio, Mill, Milton, Montaigne, Montesquieu, Mozi, Névio, Nerval, Newton, Nietzsche, Ovídio, Paine, Pater, Petrarco, Platão, Plínio, Plutarco, Políbio, Propércio, Rimbaud, Rousseau, Rumi, Sainte-Beuve, Salústio, Safo, Schiller, Schopenhauer, Sêneca, Shaftesbury, Shangguan Yi, Shi Jing, Sófocles, Spinoza, Suetônio, Sully-Prudhomme, Sun Tzu, Swift, Tácito, Terêncio, Thomson, tradições, Tucídides, Tibulo, Turgot, Valery, Vergílio, Verlaine, Voltaire, Walpole, Wang Bo, Wang Wei, Xenofonte, Zhu Xi

Fonte: Lê Livros

Fonte: Galileo

Elementos de Lógica Matemática e Teoria dos Conjuntos – Jaime Campos Ferreira

Capa - Elementos de lógica matemática e teoria dos conjuntos - Jaime Campos Ferreira

Clique na imagem para Ler/Baixar o Livro em PDF (divulgação).

Considero a lógica o assunto mais importante no campo da matemática, com ela refinamos nosso pensamento e alinhamos o entendimento para assuntos complexos. A lógica é imprescindível em todas as etapas de estudo, deveria receber mais atenção nas diversas fases de nossa aprendizagem.

Elementos de lógica matemática

Para melhor compreender as definições e teoremas que constituem as teorias Matemáticas cujo estudo vamos iniciar, é indispensável habituarmo-nos a usar uma linguagem mais precisa e rigorosa do que a que se utiliza, em geral, na vida corrente. A aquisição desse hábito pode ser facilitada pelo conhecimento de algumas noções e símbolos da Lógica Matemática, estudada neste livro, de forma muito resumida e largamente baseada na intuição. Convém, no entanto, observar que a Lógica Matemática tem hoje aplicações concretas extremamente importantes, em diversos domínios; uma das mais notáveis é, sem dúvida, a sua utilização no planeamento dos modernos computadores quânticos, tabletes e, principalmente os ditos “telefones inteligentes – Smartphones”.

Autor: Jaime Campos Ferreira

Fonte: IST

Fazer bem feito: valores em educação profissional e tecnológica

Fazer bem feito

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O estudo “Fazer bem feito: – valores em educação profissional e tecnológica” emerge da preocupação em relação ao aumento do acesso à educação – que ainda é um grande desafio – e à melhoria da qualidade e da relevância da educação, com a devida ênfase na importância de valores, atitudes e habilidades que promovam o respeito mútuo e o desenvolvimento dos seres humanos em sua totalidade. Dedicado particularmente ao contexto da educação profissional, o estudo realizado no Brasil identifica o conflito que a área enfrenta com a dissociação entre prática e valores, e aponta para a necessidade de reposicionar a ética, a axiologia e a estética nesse campo educacional.

O postulado do estudo reafirma que o desenvolvimento tem por objeto a realização completa dos seres humanos em toda a riqueza e a complexidade de suas expressões e seus engajamentos: indivíduo, membro de uma família e de uma coletividade, cidadão e protetor. Assim, quando a comunidade educativa é convidada a dar passos para a promoção da paz, do bem-estar, da prosperidade e da sustentabilidade, espera-se que esta nova publicação forneça a necessária clareza conceitual para redimensionar o trabalho como uma atividade humana que, além de ser forma de produção de bens, é também forma de produção da existência da humanidade. O cenário do estudo sugere a necessidade de tratar os valores do trabalho nas iniciativas de educação profissional e tecnológica em direção ao conceito de aprender a ser. Para se fazer isso, é necessário examinar as dinâmicas dos valores no trabalho e como eles podem ser tratados na educação profissional e tecnológica.

Autor: Barato, Jarbas Novelino

Brasília: UNESCO no Brasil, 2015. 192 p. ISBN: 978-85-7652-201-0

Escolas Religiosas são uma Ameaça? Richard Dawkins.

A resposta é sim! Em pleno século XXI usar a fé como educação é extremamente nocivo para nossas crianças que serão doutrinadas e forçadas a adquirir uma visão de mundo completamente equivocada e contrária ao que elas estarão vivenciando. Não há mais tempo a perder com crenças em entidades inexistentes como “Deus”, um completo vazio conceitual.

Se prestarmos atenção ao mundo hoje notamos que o progresso já chegou em níveis astronômicos, graças à ciência e não à fé das pessoas. A fé é um componente que precisa ficar no campo pessoal e restrito, caso contrário, teremos cidadãos atormentados e incapazes em um mundo dominado pela ciência e tecnologia.

Acompanhe no vídeo, principalmente a partir dos 23 minutos, quando Dawkins pergunta para um grupo de alunas se sabem que somos descendentes diretos de um ancestral do macaco? Fica claro que a fé se sobrepõe aos fatos científicos.

Créditos: RevCien – Revolução Científica