Como nos tornamos humanos? – Documentário (Nova) – legendado em português

De onde viemos? O que verdadeiramente nos torna humanos? Uma sequência de descobertas antropológicas recentes ilumina essas questões de forma inédita. A lista de reprodução (playlist) contém 3 partes sequenciais.

Episódio 1 – Primeiros Passos

São investigadas situações que nos separaram do tronco dos grandes macacos, a partir de descobertas como “Selam”, o fóssil quase completo de um Australopithecus afarensis.

Veja como o paleoantropólogo etíope Zeray Alemseged, que descobriu o esqueleto da jovem “Selam“, um hominídeo de 3,3 milhões de anos, passou cinco anos escavando no deserto antes de fazer seu famoso achado. Acompanhe as imagens gravadas dessa busca determinada por um fóssil que ampliou poderosamente a compreensão da história humana. Pela primeira vez é possível acompanhar as mudanças de um crânio hominídeo e os estágios que ele passou até chegar às formas atuais. Por que existem saltos na evolução humana? A série explora uma intrigante teoria segundo a qual mudanças climáticas críticas foram essenciais no processo de evolução humana.

Episódio 2 – O Nascimento da Humanidade

Temos contato com o primeiro esqueleto que realmente se parece com o de um homem moderno – “O Menino de Turkana” –, um exemplar do Homo Ergaster perfeitamente conservado.

Episódio 3 – O Último Remanescente

Por que os Neandertais desapareceram à medida que o homem moderno dominou o mundo? Quem foram os misteriosos “Hobbits”, hominídeos com 90 centímetros de altura naturais da ilha de Flores.

Fonte: Blue Dot
Créditos: Nova/PBS

UM BUG NO SOFTWARE DE RESSONÂNCIA MAGNÉTICA PODERIA INVALIDAR 15 ANOS DE PESQUISA SOBRE O CÉREBRO.

Um erro de programação nos softwares que controlam as máquinas de ressonância magnética funcional (fMRI), pode ter causado a perda de 15 anos de pesquisa. O custo para fazer uma pesquisa com essas máquinas oscila em torno de U$ 600,00 a hora, isso torna o tempo de máquina caro demais para pesquisas prolongadas.
O erro foi corrigido em Maio de 2015, no momento em que os pesquisadores começaram a escrever o seu paper (ensaio, artigo ou dissertação sobre um assunto específico…), mas o fato de permanecer despercebido por mais de uma década mostra o quão fácil era algo como isso acontecer, porque os pesquisadores não tiveram métodos confiáveis para validar os resultados do fMRI.

Isto pode ser um problema muito sério com os últimos 15 anos de pesquisa sobre a atividade do cérebro humano, com um novo estudo que sugere que um bug no software da fMRI pode invalidar os resultados de cerca de 40 mil papers.

Sem título

Isso é enorme, porque a ressonância magnética funcional (fMRI) é uma das melhores ferramentas que temos para medir a atividade cerebral, e se é falho, isso significa que todas essas conclusões sobre o que nossos cérebros se parecem durante coisas como exercício, jogos, amor e toxicodependência estão errados.

“Apesar da popularidade do fMRI como uma ferramenta para o estudo da função cerebral, os métodos estatísticos usados raramente foram validados usando dados reais”, afirmam pesquisadores liderados por Anders Eklund da Universidade de Linköping, na Suécia.

O principal problema é a forma como os cientistas usam fMRI para encontrar faíscas de atividade em certas regiões do cérebro…

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Transcendent Man (O homem transcendente) – Ray Kurzweil – Documentário Completo

Raymond Kurzweil, mais conhecido como Ray, é um inventor e cientista dos Estados Unidos. Em 1968, ainda estudante do MIT, Kurzweil fundou uma empresa que usava um programa de computador para combinar estudantes de ensino médio com universidades. Ele comparava milhares de critérios sobre cada instituição de ensino com respostas de questionários respondidos pelo próprio estudante. Aos vinte anos, vendeu sua empresa para a Harcourt, Brace & World por cem mil dólares mais royalties. Raymond recebeu BS em ciência da computação e literatura em 1970.

Ray, tem planos ousados de viver para sempre e segue uma dieta radical tomando 200 comprimidos com suplementos alimentares todos os dias. Atualmente sua principal atividade é reuniões, palestras e pesquisas sobre o momento onde atingiremos a singularidade em nosso avanço tecnológico.

Segue e-books recomendados

The Age of Spiritual MachinesThe Singularity Is NearTranscendHow to Create a Mind

Obs: leitor de Epub Mac/PC- Adobe Digital Editions

No dispositivo móvel recomendo: Bookari Free Epub PDF Leitor

Créditos: Consciência Universal

Fonte Ebooks: Avxsearch.se

LINGUAGEM CONSEGUE DIAGNOSTICAR PARKINSON, ELA E ESQUIZOFRENIA ANTES DE TESTES LABORATORIAIS.

O uso da IA (inteligência artificial), com avançados métodos de diagnóstico médico identificará problemas de saúde via comunicação falada. Ao falarmos com esses dispositivos um pré-diagnóstico de doenças relacionadas estará disponível em breve…

Vários estudos recentes revelam que o que você diz e como você diz fornece pistas sobre doenças

Thomas Fuchs Thomas Fuchs

Futuros médicos podem pedir a nos para dizer mais do que “Ahhh”. Vários grupos de neurocientistas, psiquiatras e cientistas da computação estão investigando agora a medida em que o uso da linguagem do paciente pode fornecer pistas do diagnóstico antes de um único teste de laboratório ser executado. Aumento do poder de computação e novos métodos para medir a relação entre o comportamento e atividade cerebral têm avançado com tais esforços. E embora os testes com base na palavra falada possam não ser tão precisos como seqüenciamento de genes ou exames de ressonância magnética, para doenças que faltam indicadores biológicos claros, a mineração da linguagem poderia ajudar a preencher esta lacuna.

– Psicose

Os psiquiatras da Universidade de Columbia entrevistaram 34 jovens adultos em risco de psicose, um sinal comum de…

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FATOS CONTRA MITOS – NÓS USAMOS APENAS 10% DO NOSSO CÉREBRO E EVOLUÇÃO E APENAS UMA TEORIA

A teoria da evolução é um fato comprovado por experimentos continuamente. Nós utilizamos todo o potencial cerebral. Os fatos permanecem, mas o que consideramos verdades podem mudar, não há nada estático no universo…

Mesmo que a argumentação non-sense seja predominante, você não tem que aceita-la.

Sem título

Mito: Os seres humanos usam apenas 10% de seus cérebros.

Fato: Estudos de neuroimagem funcional revelaram que usamos a maioria do nosso cérebro, só não tudo de uma vez. Uma analogia para explicar a atividade cerebral é o uso de energia elétrica em uma casa. Uma casa puxa uma certa quantidade de energia apenas para a operação de coisas fundamentais para as coisas que usam energia, como detectores de fumaça, luzes, carregadores, relógios, telefones sem fio, etc. Algumas luzes, um computador, uma TV, e uma célula de carga de telefone estão extraindo energia da rede, apenas uma pequena porcentagem da capacidade total da casa está em uso. Mas se o ar condicionado, máquina de lavar e secar roupa, geladeira compressor, muitas luzes, vários eletrodomésticos e vários dispositivos são também usados, então muito mais do potencial energético da…

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Daniel Wolper – The real reason for brains (a verdadeira razão para o cérebro) – TED

O neurocientista Daniel Wolpert começa a partir de uma premissa surpreendente: o cérebro evoluiu, não para pensar ou sentir, mas para controlar o movimento. Nesta conversa divertida e rica em dados ele nos dá um vislumbre de como o cérebro cria a graça e agilidade do movimento humano.

Várias explicações do cientista utilizam uma importante equação matemática chamada de Teoria de Bayes, farei o tratamento em detalhes com a publicação de todo o material de apoio para uma compreensão profunda e elaborada dessa teoria.

Fonte: TED

O futuro da mente – Michio Kaku

“O cérebro, gostemos ou não, é uma máquina. Os cientistas chegaram a essa conclusão, não porque eles são assassinos mecanicistas, mas porque acumularam evidências de que todos os aspectos da consciência podem ser amarrados ao cérebro. Steven Pinker.”

Capítulo 4

Telepatia

“Houdini acreditava que a verdadeira telepatia era impossível. Mas a ciência está provando que Houdini estava errado.”

 

O futuro da mente
Clique na imagem para download em formato Epub. (divulgação).

A telepatia é agora objeto de intensa pesquisa em universidades ao redor do mundo onde os cientistas são capazes de ler palavras individuais, imagens e pensamentos de nosso cérebro, combinando as mais recentes tecnologias de digitalização com um software de reconhecimento de padrões. Isso pode revolucionar a forma como as pessoas vítimas de AVC (acidente vascular cerebral), incapazes de articular seus pensamentos a não ser através de piscar os olhos. Mas isso é apenas o começo. Também pode mudar radicalmente a forma como interagimos com os computadores e o mundo exterior.

Como sabemos, o cérebro é elétrico. Em geral, sempre que um elétron é acelerado, se desprende radiação eletromagnética. O mesmo vale para os elétrons oscilantes dentro do cérebro. Parece algo saído da ficção científica ou fantasia, mas os seres humanos naturalmente emitem ondas de rádio. Mas esses sinais são muito fracos para ser detectados por outros, e mesmo se pudéssemos perceber essas ondas de rádio, seria difícil para nós, dar algum sentido a elas. Mas os computadores estão mudando tudo isso. Os cientistas já são capazes de obter aproximações grosseiras dos pensamentos de uma pessoa usando exames de EEG (Eletroencefalograma). Ao colocar um capacete com sensores de EEG em sua cabeça, e se concentrar em certos quadros, por exemplo, a imagem de um carro ou uma casa. Os sinais de EEG foram registrados para cada imagem e, eventualmente, um dicionário rudimentar de pensamentos foi gerado, com uma correspondência de um para um entre a imagem EEG e pensamentos de uma pessoa.

A vantagem dos sensores de EEG é que não são invasivos e rápidos. Você simplesmente coloca um capacete que contenha muitos eletrodos em sua cabeça e esses sensores captam as frequências em forma de EEG, podendo identificar os sinais que mudam a cada milissegundo. Mas o problema com os sensores de EEG, como já vimos, é a interferência direta das ondas electromagnéticas causada na medida em que passam através do crânio, é difícil localizar a origem exata. Este método pode dizer se você está pensando em um carro ou numa casa, mas não pode recriar a imagem do carro. É aí que o trabalho do Dr. Gallant pode nos ajudar.

Gravações da mente

O epicentro de grande parte desta pesquisa está na Universidade da Califórnia em Berkeley, onde recebi meu PhD em física teórica alguns anos atrás. Eu tive o prazer de visitar o laboratório do Dr. Jack Gallant, cujo grupo tem realizado um feito, uma vez considerado impossível: gravar vídeos do pensamento das pessoas. “Este é um grande salto para reconstruir imagens internas. Estamos abrindo uma janela para os filmes em nossa mente”, diz o Dr. Gallant.

Quando visitei seu laboratório, a primeira coisa que notei foi uma equipe de jovens, pós-doutorandos e pós-graduandos ansiosos e amontoados atrás de suas telas de computador, olhando atentamente para as imagens de vídeo que foram reconstruídas a partir de tomografias do cérebro de alguém. Conversando com sua equipe você se sente como se estivesse testemunhando a história científica na televisão. Continuar lendo